Não se cala nunca esse lirismo intenso, vem em cascata imorredoura, no tempo que lhe é ofertado sê-la ! Nele só a alma é quem fala e nenhuma palavra se perde, mesmo que pareça flutuar, esboroando-se ao vento morno, como se fosse seguir em direção ao horizonte, perdendo-se nas curvas de um crepúsculo qualquer. Como faz bem esta premissa, esse saber-se sonho e poder mesclá-lo com realidade, dando-lhe a cor desejada em nuances que pintam o quadro da vida em tons etéreos. Há um divagar que germina como canteiro de rosas na primavera, exalando perfumes únicos. Nenhum é igual ao outro em essência e assim somos todos nós, seres humanos, sonhos e pensares diferentes, mas num mesmo caminho, cada qual à sua maneira, tendo bons sentimentos e respirando vida.


19/01/17

Marilda Lavienrose
Enviado por Marilda Lavienrose em 19/01/2017
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