TROPEÇÕES DE PALAVRAS
 
 
Quero versos que até nos pensamentos,
Revelem os absurdos de seus tons,
Desnudando-me, celebrantes, os sentimentos,
Em tropeções de palavras caudalosas...
 
Como flexão que se digladiam
Mas, que combinam e até se extasiam
Na inteligência, e com alguma razão.
 
Quero do sussurro intimista,
A perspectiva do clima confessional,
Tal qual, o poeta em poesia existencial
de rimas em sonhos, herde, o artista.
 
Submeter-me aos impulsos líricos,
Às cápsulas iniciais subsequentes
Que da alma, os segmentos críticos,
Perpassem as polimetrias existentes.
 
Com possibilidade de efeito júbilo,
Que sensações sobrepostas, oscilem,
Sem desapego ao êxtase do rejúbilo,
De fruir meus aspectos, além...
 
Quero do alegre e breve, decerto,
A prosa da fixação do aqui e ali;
Pedaços da Minh ‘alma ao enxerto,
Como sinônimo de um colibri.


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LUCIANO AZEVEDO
Enviado por LUCIANO AZEVEDO em 26/06/2016
Reeditado em 26/06/2016
Código do texto: T5679361
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