UM POETA NO DILÚCULO DO TEMPO

Finaliza a madrugada

Pois o sol já vai sair

Passarada preparada

Para o canto expandir

Começando um novo dia

Passarada a cantar

Um episódio com magia

O poeta fez lembrar

No intervalo do instante

Entre a luz e a escuridão

Vi o meu avô Miguel

No baixiu já em ação

Nas panelas onde morava

Quando vi o sol nascer

Sob água o arroz estava

Nunca vi acontecer

Era ainda uma criança

Mas olhei com atenção

Vi alí muita esperança

De salvar a plantação

O arroz foi encoberto

Grande chuva a passar

E um açude ali bem perto

Acabara de estourar

O importante disso tudo

Para o mundo vou dizer

Meu avô com pouco estudo

Soube tudo resolver

MAL EVANGELISTA
Enviado por MAL EVANGELISTA em 13/05/2016
Reeditado em 18/05/2016
Código do texto: T5634600
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