Candor

(À inocência dos POETAS)

Um poeta se veste dos seus sonhos para na oniricidade!

Fulgir com vivaz claridade num vivificante esplendor!

Ter o olor imarcescível do encanto em si imbuído!

E para si atraído um apetecível candor!

Um poeta se veste dos seus sonhos para na oniricidade!

Resfolegar na alacridade com o alento dos comovidos!

Dos seres embebidos na luz do alvorecer!

Para então se envolver nesses abraços queridos!

Um poeta se veste dos seus sonhos para na oniricidade!

Ter a jovialidade na face e um sorriso doce no olhar!

E sonhar um sonho sobejamente encantado!

Ter a candura ao lado lhe ensinando a amar!

22/08/2012

Valdecir de Oliveira Anselmo
Enviado por Valdecir de Oliveira Anselmo em 26/08/2012
Código do texto: T3849786
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