Ayer

Quem dera eu... estar para sempre aprisionado nas nuvens chamadas de feias pela lua.

O sorriso invadiu-me o peito e socou-me o rosto.

Aonde estavas quando eu, submerso na agonia de minha insônia sozinho vagava?

Contudo, afirmo-te, que a noite de ontem se fez ausente de sono.

Não estive em decadência por isso, pois de olhos fechados estavam porém margeando os rios com sua presença e não adormecendo.

Desperte-me... a realidade já está em sua segunda volta pelo mundo e virá em breve ver se estou em meu posto.

JBorsua
Enviado por JBorsua em 02/11/2015
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