PERIPÉCIAS DO AMOR
 
 
Olho pro nada pra enxergar 
Através do tempo... Olho-te 
Guardo-te e sonho. Sonho 
Com um tempo de amor 
Sem final e sem fim... 

Um tempo onde eu e você 
Éramos sim! Dois corpos 
Duas almas, um só coração. 

Certo de tê-la mais uma vez 
Apeio meu cavalo de poeta 
Subo às Serras. As curvas 
Do vento me chamam... 

Veloz sentimento que ainda arde 
Que ainda queima! 

Saudade de um tempo lá, de outrora... 
Quando namorávamos pelas montanhas 
De mãos dadas, corríamos pelas trilhas 
Aconchegantes rumo ao nosso 
Canto de Amor... 

Ríamos tanto, tudo era motivo 
De alegria e toda a alegria 
Como ondas, saudava 
O nosso encontro. 

Hoje ainda nos encontramos no ponto 
Exato de um pensamento, com um 
A perguntar ao outro. Por quê? 
Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 28/09/2015
Código do texto: T5397008
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