NOITE DE SOL

NOITE DE SOL

‘O infinito fica perto dos nossos olhos’

Um olhar transpassava um ser

Olhos que falam

Bocas que calam

Mãos se entrelaçam num ato impensado, calado

Sonhos visíveis, possíveis, concretos reais

Serão jamais esquecidos ou perdidos ideais

Noite aquecida, sentida, vivida

Na’lma sem calma, antes retida

Horas contadas apressadas, não ignoradas

Águas que inundam vão caindo aos pés sumindo

Corpos indolentes, iminentes

Inimitáveis atos insanos, inconscientes

Inécia face, beijos se dão

Marcas que marcam

Corpos se vão

Caminhos se abrem , passos se perdem

Terra sem chão

Dias cinzentos

Lindas lembranças trazem esperanças

E acalentos.

Silmara Poetisa
Enviado por Silmara Poetisa em 23/08/2009
Reeditado em 03/11/2012
Código do texto: T1770722
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