***NINHO DE AMOR***

As vezes no nosso ninho, reviramos como loucos,

Que parece ter espinho, e enroscamos mais um pouco.

Sussurras ao meu ouvido, palavras tão desconexas,

Que as vezes eu mesma duvido, se são côncavas ou convexas.

O encaixe é perfeito, pernas e braços aprisionados,

Deixa um corpo satisfeito, e na boca o sabor do pecado.

Beijo molhado ardente, que me sufoca e prende,.

Que morde e suga envolvente, e minh'alma surprende.

E entre olhares desejosos,cabelos revoltos enozados.

Entrelaçam pernas em amores,e olhares em mil fulgores.

Fecham-se as cortinas, enebriando tais amantes.

Que começam novas sinas,em gritos esfuziantes.

Com loucura e com develo, arrepiando teu pelo,

Adentre as minhas entranhas, E com tal beleza que faça,

Gozamos a noite inteira, sempre na mesma taça!..

Rosa Mel

21/10/07

As vezes no nosso ninho, reviramos como loucos,

Que parece ter espinho, e enroscamos mais um pouco.

Sussurras ao meu ouvido, palavras tão desconexas,

Que as vezes eu mesma duvido, se são côncavas ou convexas.

O encaixe é perfeito, pernas e braços aprisionados,

Deixa um corpo satisfeito, e na boca o sabor do pecado.

Beijo molhado ardente, que me sufoca e prende,.

Que morde e suga envolvente, e minh'alma surprende.

E entre olhares desejosos,cabelos revoltos enozados.

Entrelaçam pernas em amores,e olhares em mil fulgores.

Fecham-se as cortinas, enebriando tais amantes.

Que começam novas sinas,em gritos esfuziantes.

Com loucura e com develo, arrepiando teu pelo,

Adentre as minhas entranhas, E com tal beleza que faça,

Gozamos a noite inteira, sempre na mesma taça!..

Rosa Mel

21/10/07