Alucinação

Me vejo nos muros aos pulos sobre o lar

Revejo os bairros suas escadas contando os degraus

Penso em sair flutuando com uma ave

Ai novamente me pedo no meio do labirinto dos meus pensamentos

Vejo o meu eu me seguindo, com tantas sombra ao meu redor

Corro ao lado dos muros e despenco em um olhar,

O olhar do meu próprio eu, querendo amarrar

Entre as trilhas da minha fuga das sombras querendo me pegar.

Encontro um cantinho perto de um cemitério onde só encontro túmulos e nada de sombra ao meu redor, vejo somente a escuridão, a minha unica salvação da minha loucura ingenua sobre a sombra de grandes perseguições.

De repente o dia amanhece e lá esta eu preso á um caixão, sonhando que estava morto, maldito que és o meu porto seguro a escuridão.

E novante acordo, cavando o chão, com medo de ser loucura ou o de cavar minha própria sepultura sem ter explicação.

E logo me acordo desse pesadelo do medo, encontro me parado frente a frente de um desfiladeiro, pronto para se jogar perdendo todo o medo, que a salvação da minha loucura é o adeus te tudo que foi feito a loucura de ser eu o inventario de meus segredos.

A morte de ser louco, louco sem entender o mistério de ser vitima de seus próprios medos criando seguidores com a sua sombra do medo.

Beto Simphson
Enviado por Beto Simphson em 26/06/2018
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