O ÓCIO DO INÚTIL ACASO

Não quero tropeçar nas palavra teias de aranhas empoeiradas,

faço delas os meus rastros trilhados pelos atalhos da vida.

Também não quero o ócio do inútil acaso,

que tanto me atormente como se fosse a hora derradeira...

Quisera oxalá, me fazer sentir um aventureiro flamejando versos.

Não quero tropeçar no poema mutilado, corrompido...

Quero ainda beijar a face da noite enluarada...

Ah! Se eu pudesse bordar o céu, de minhas noites adultas,

Com poesias brilhantes, faiscando rimas por todo o Universo!

gilbapoeta
Enviado por gilbapoeta em 16/11/2016
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