Esperança

Sempre me pergunto 
Pra que tanta vaidade
Por que a busca desenfreada
Da fama, riqueza e poder 
Sendo que no porvir 
Isso tudo fenecerá 
Por que somos tão rudes 
Consequentemente tão orgulhosos 
Se quando cessar a jornada 
Depararemos com ela
O grande paradoxo da vida
A minha única esperança 
Que a graça de Cristo 
Possa vivificar-me.

 
Simplesmente Gilson
Enviado por Simplesmente Gilson em 17/09/2020
Reeditado em 17/09/2020
Código do texto: T7065712
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