DIAS DE AMARGURAS.

DIAS DE AMARGURAS:

Em tempos de ódios e morte, os apologistas do caos ganham rostos e avançam em todos os terrenos preparando as covas de suas torpes intenções e indignidades.

É triste ver em nível nacional tanta baixeza e incentivo a irresponsabilidade, descaso com a vida alheia e de seus próximos como se imunes fossem a vírus e bactérias que só aos fracos e debilitados contagiam.

Dando-se uma ligeira passagem pelas redes sociais e vendo os absurdos postados por tantas e tantas personagens transloucadas, umas ingênuas e tantas outras maldosas e até mesmo terroristas em suas apologias macabras ao extermínio de seus semelhantes, me reporto aos relatos do surgimento do nazi fascismo na Alemanha pré hitlerista na história da década de trinta onde a exacerbação foi o mote principal de tudo que antecedeu a segunda guerra mundial de triste e dolorosa lembrança para a humanidade até os nossos dias.

Quando o comandante desta Nau a fazer agua e a afundar num mar de insensatez sofre quem sabe de paranoia grandiloquente ou de patologias mais graves ainda não detectadas por seus médicos de plantão o navegar à deriva tornou-se o caminho mais rápido para o naufrágio total.

Pobres mortais anônimos somos nós tripulantes desta Nau dos insensatos, nossos gritos são abafados por ruídos e alaridos de hienas e corvos que vicejam em fétidos pântanos croácais adubados com os corpos de tantos inocentes vitimados não só pela pandemia que assola a terra como um todo mas sim pelo descaso e insensibilidade daqueles arautos da morte com suas estupidez atávicas.

Pobre Pais é este que um dia foi taxado como um País não sério por um estadista Francês (Charles Degou); hoje além de termos um “líder” risível perante a comunidade mundial somos o País dos omissos e dos rebanhos tangidos pelos chicotes dos indiferentes e dos oportunistas.

O tempo segue indiferente aos desatinos, uma massa amorfa e desolada mais parece um exército de branca leonês derrotados mesmo antes da batalha. Essa é a visão que vejo em meus delírios tangidos pela dor da indiferença dos que perto ou longe não percebem que a saída está na resistência pacifica e constante; não numa resistência apenas estoica , mas sim numa resistência real, objetiva por todos os meios de divulgação possível, onde a denúncia e o expor estas inconcluências dos apologistas do mal, mal este que se arma nos lugares menos suspeitos e que tem como protagonistas muitos delirantes , talvez enfeitiçados por ideologias nazifascistas que já a muito deveriam estar enterradas nos monturos de lixo da história de um passado não tão longe assim.

Mas enfim continuar é preciso, fazer a história pessoal e coletiva deve ser sempre o mote principal da existência; esperar compreensão que muitas vezes se perde nos diálogos e discussões inúteis daqueles que se julgam donos de verdade absolutas é sem dúvida perda de tempo em momentos de tanta confusão mental e social dissiminadas principalmente por uma gama de mídias comprometidas com seus próprios interesses coorporativo muitas das vezes com ramificações externas em defesas de grupos pela manutenção dos status quo de seus comandos superiores e sempre conspirativos.

Assim é e caminha a humanidade para o salto final no abismo cavado pela insensatez e descaso de alguns e comprometimento e interesses escusos e maldosos de outros tantos tangidos ou não por lideranças de malfeitores que saídos de cavernas sórdidas e fétidas se espalharam por este maravilhoso Pais em função de suas ganancias e sordidez arquitetadas na tomada do poder temporal que tanto sofrimento causa e continuará causando se não acordarmos e em contra partida lutarmos com nossas armas tecidas em nossas consciências na tentativa de opor uma real e vigilante e constante resistência a todos este descalabros.

Termino esse desabafo, pois não tenho muito a dizer, pois o cansaço começa a me invadir como erva daninha, mas tenho a firme convicção que lutar é preciso enquanto me for permitido respirar e acreditar no melhor para mim aos que amo a quem cuido por amor e carinho e espero que meu último suspiro ainda seja um grito de liberdade e esperança em tempos melhores e que o triunfo do bem seja enfim cantado em versos por praças, cidades e campos de dessa terra amada, Minha eterna Pindorama.

Miro.

valmirolino
Enviado por valmirolino em 18/02/2021
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