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O vaidoso cedro do Libano

                             O Vaidoso Cedro do Líbano
                                           Fábula
Em tempos recuados, existia no Líbano País do Médio Oriente, um cedro muito alto, pois o terreno onde estaplantado, era um terreno muito bom e proporcionava a algumas arvóres fertilidade, muita água assim como muito sol. Porém neste bosque, todas as arvores e outras plantas desenvolviam-se bem, pois tinham todas as boas condições para isso. Mas as arvores, tal como as outras plantas, umas podem crescer bem, mas nem todas atingem a altura de um cédro ou de um cipreste, nem podem ter um tronco forte com as velhas oliveiras, algumas que já contam com três mil anos de idade, nasceram antes de Jesus Cristo. O carvalho também é uma árvore, que tem uma madeira mito rija, mas a sua altura, nunca é igual ao cipreste ou ao cedro, As romanzeiras, também são umas árvores de pequeno porte, tal como a figueira, esta já é maior que a romanzeira e tem uma copa mais larga, mas nunca atinge o tamanho dos cédros nem dos ciprestes. Depois temos os arbustos, que não chegam a ser ávores, serão da altura de um homem aí com dois metros, pouco mais ou pouco menos.
Estas árvores, falavam todas entre si, até os arbustos entravam na conversa, em especial naqueles dias solarengos, com o céu azul e as aves cantando, carregando materiais para fazerem seus ninhos, onde seus filhos iriam nascer e ser criados, até terem idade para também poderem voar. Assim aquele cedro muito vaidoso, todos os dias despresava as outras arvores, que tinham menos porte do que ele, ora amofinava a pobre figueira, que dava uns figos deliciosos, que alimentavam as pessoas que iam ali apanha-los, ele muito vaidoso, aborrecia a pobre figueira, tu figueira que vives debaixo da minha proteção, porque sou eu, que te resguardo dos ventos fortes, do sol inclemente, se não fosse eu, já tinhas morrido, com os raios do sol que te queimariam, nem as tuas folhas te salvariam. A pobre figueira ficava triste, mas não lhe respondia. Noutro dia era com uma romanzeira, tu romanzeira, tão pequena e fraca, se não fosse eu, os ventos já te tinham arrancado e serias levada por ele, só paravas se encontrasses um tronco forte para te amparar. Assim deixavas de dar essa fruta redonda, a coroa que mais parece a coroa de uma raínha muito pequenina. Depois ia meter conversa, com o forte e rude carvalho, mas este não lhe dava muita confiança, respndia-lhe; eu posso ser mais baixo que tu ó cedro, mas a minha madeira é forte e rija, é melhor do que a tua, porque uma boa porta, ou uma boa mobília, para durar um vida ou mais, terá que ser em madeira de carvalho, tu só tens é altra e muita vaidade. Depois, ia chatear a palmeira, dizendo tu ó palmeira o teu troco, não serve para nada que precise de aguentar peso e força, de fruta só dás essas bolinhas, que nem servem para os animais comerem. Eu dou-vos sombra e proteção contra os ventos, defendo-vos do sol escaldante, se assim não fosse morriam todos sem apelação. Mas um dia, todas a arvores e arbustos fizeram tal protesto, e chamaram-lhe cedro vaidoso, olha que um dia o Criador pode darte um castigo, por seres assim tão vaidoso. Ele respondeu, nada nem ninguém se astreve a arrancar-me daqui! Veio o inverno frio chuvoso, com ventos muitos fortes, de tal forma veio um vento tão forte e furioso, que fez tombar o cedro por completo. por sorte caiu para um lado, onde só havia uns arbustos rasteiros, algumas silvas cheias de bicos muito aguçados, que serviram de cama e ampararam o vaidoso cedro na sua queda, ali ficou deitado, com a parte superior toda partida pela grande queda. Passadas umas semanas, como vendaval tinha passado, voltou o sol e como ali estava estendido, com morto vieram uns homens, com um charriot, com uns cavalos muito fortes, os homens com umas serras, cortaram o vaidoso cedro em pedaços mais pequenos, levaram-no para a serração, onde foi feito em tábuas e barrotes para fazerm mobílias e caixas, do resto serviu como lenha para cozinhar, As outras árvores e arbustos, lamentaram mas sentiram-se aliviados, por não o tornarem a ouvir com a sua vaidade. Assim acabam tanto as árvores os animais e as pessoas, que um dia chegam ao fim de sua vida,só que as árvores e os animais não costumam ser vaidosos, as pessoas algumas sofrem desse defeito, mas temos que os desculpar, e tentar emcaminhar esss pessoas com boas palavras, muita paciência, pedir ao nosso Criador Jesus Cristo, para que o Espírito Santo lhe faça ver que é pecador para assim mudar a sua maneira de entender as coisas.
 Um grande abraço deste avô, para todos os jovens e meninos e meninas também, Que se deliciaram com esta fábula

J. Rodrigues(Galeano) 27/06/2017
   
 
Galeano
Enviado por Galeano em 13/07/2017
Código do texto: T6053604
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Galeano
Portugal, 81 anos
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