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soneto ao eterno amigo


E quis que a vida semea-se
Na mesma terra que prepara os irmãos.
Tua dádiva, árvore de frutos sãos.
A flor da amizade germina-se.

Na chegada, teu caloroso abraço.
Trás boas novas, não apenas presença.
Fala do mundo, sorri, acalenta.
E eu descanso em sublime compasso.

Toda amizade deveria assim, primar.
Pela certeza da continuidade.
Mesmo que aquarelas venham diferenciar.

O que conduziremos senão for fraterno.
Agradeço, a ti, a permissão de ser leve.
O que verdadeiramente posso chamar de eterno.

Caio Schroer
Caio Schroer
Enviado por Caio Schroer em 13/02/2017
Código do texto: T5911288
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Caio Schroer
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 52 anos
140 textos (4456 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 01:23)
Caio Schroer