ABRIU, FECHOU. RITMO DO COMÉRCIO?

ABRIU, FECHOU. RITMO DO COMÉRCIO?

Até ontem, funcionava uma casa comercial. Eu a vi nascer. O casal proprietário entusiasmado. O sonho acalentado durante todo o bacharelado. Com o cartucho na mão e com a pouca economia acumulada com enorme sacrifício, montar o próprio negócio. Alugaram o prédio, reformaram. Fizeram as instalações, adquiriram os móveis. Adquiram o estoque suficiente para o início. Passaram os meses e nada de compradores. Esqueceram da concorrência. Do local. Poucos transeuntes. Não vingou um ano...

Percorrendo a cidade, constata-se cada contradição. Por um lado, há muitos prédios comerciais desocupados há muito tempo e perspectiva de alguém se instalar ali é bem remota. Mas, por outro lado, há diversos sendo reformados, construídos. Velhos prédios demolidos e erguidos outros. Vá entender a lógica desse mercado...

Antes de se instalar, os técnicos mercadológicos aconselham. Fazer pesquisa. Movimentação do pessoal, quantidade aproximada por dia. Se no local já funcionou atividade idêntica e se deu bem. Quantos ramos existem. Por falar nisso, reparou quantos cabeleireiros existem no centro? Tudo isso é importante. Mas, mesmo assim, o êxito é muito incerto. Ah! Ia-me esquecendo. Qualidade no atendimento. Há comerciantes que não sabem cumprimentar possível cliente com um sorriso sincero.

Yoshikuni
Enviado por Yoshikuni em 04/07/2019
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