OS QUE TÊM “MUITO” E OUTROS QUASE NADA... 8h32min.

Sempre que possível assistimos o Jornal da Band, e isto aconteceu ontem. Confessamos aos nossos prezados leitores (as), que em muitas ocasiões não deixa de ser um “sacrifício”, pois quase sempre as notícias más suplantam as boas...

Há uma notícia de ontem, que não podemos deixar de contar, pois nem todos o assistiram este canal; um quadro foi colocado em leilão, lá na velha Europa, o mesmo é atribuído ao célebre escultor e pintor Leonardo da Vince.

O quadro é a figura de Jesus, com expressivos detalhes de seu rosto; porém, o que chamou a atenção foi o preço alcançado no leilão da obra. Pasmem! Nada mais e nada menos que 450 milhões de dólares, que “transformados” em reais dá a expressiva quantia de 1bilhão e 500 milhões de reais...

A identidade deste rico cidadão, naturalmente, como sempre acontece foi preservada. Este fato inusitado, pois é o maior valor alcançado pela venda de uma obra de arte, nos dá margem a fazer algumas conjecturas: certamente, em sã consciência este anônimo cidadão, não empregou toda sua fortuna numa obra de arte, será que seriam 10% de sua colossal fortuna? Ou apenas 1% do que possui o que seria mais “sensato”, cujo total de valores bastaria multiplicar 100 vezes o valor pago pelo quadro...

Quanto a “nós” ficamos restritos aos nossos “milhinhos”, que tem serem bem “contadas”, para suprirem nossas necessidades, e os demais compromissos, que já algum tempo tem que ser somados ao ganho da esposa, em face de quem depende do INSS, os ganhos não é proporcional as contribuições, e a cada ano se ganha “menos”...

Não temos “inveja” quanto a aqueles que muito têm, pois achamos que não está nisto a real felicidade, mas sim no “ser” acima do “ser”, realmente nada é nosso apenas somos meros usufrutuários dos bens que nos foram outorgados, amanhã iremos “partir”, nada levamos, a não ser a lembrança, do Bem que espargimos...

Finalmente, devemos ser gratos a Vida, pelo muito que recebemos, pela relativa saúde, pois a quem já passou dos 70 há as inevitáveis “limitações”, mas se podemos nos locomover, pensar e refletir, e ter um relativo discernimento dos reais valores da vida em si, tudo isto não deixa de ser uma riqueza de inestimável valor... 9h06min.

Curitiba, 17 de novembro de 2017 – Reflexões do Cotidiano – Saul

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Walmor Zimerman
Enviado por Walmor Zimerman em 17/11/2017
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