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Adoção, a metáfora do amor em silêncio

Abri uma página virtual com vários questionamentos sobre a criança da adoção. Perguntaram se aquele anjinho foi adotado e quais eram suas limitações. Eu pensei comigo em silencio: ah, essa pérola  do sorriso de metáforas não foi adotada! Ela tem uma limitação muito além da espera e das burocracias dos homens...
Olhei para a folhinha na parede, com o som do relógio, e fiz as contas. Faltam largas horas e muitos dias para eu conseguir o certificado da adoção legal, pensei eu. Mas  o tempo de uma lágrima poderá durar uma noite, pela manhã virá a alegria. Poderá ser logo amanhã!
Com o coração disparado, conversei com anjos e arcanjos, sem alarde. Se aquele sorriso de doce encanto  estiver cravado nas linhas do destino, aquele ser pueril resistirá às cicatrizes do tempo, dos espinhos e do abandono.
E daremos muitos risos sinestésicos até que a metáfora do amor vire uma grande poesia, ou que outros sorrisos sem endereço certo venham banhar minha alma de poeta.

Abraço afetuoso ao leitor.

Rosidelma Fraga.
CRÔNICAS DA ADOÇÃO
Enviado por CRÔNICAS DA ADOÇÃO em 11/01/2017
Reeditado em 12/01/2017
Código do texto: T5879056
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
CRÔNICAS DA ADOÇÃO
Boa Vista - Roraima - Brasil
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CRÔNICAS DA ADOÇÃO