CRÔNICA CLONADA DO NADA

Esta crônica nasceu hoje, pra não dizer agora, de um parto normal, sem muitos traumas, com forte emoção.

Datas. Primeiro de outubro, neste ano, cem anos como se fosse um dia, único, meu, dia D, de decisão, fazer ou não fazer?

Neste dia, um dia muito mais que especial, não tenho diário, dia D, E, F de felicidade, I de idade, C de cidade, de calendário.

Neste dia, com tantas letras, R de relógio e o tempo, tempo de agendar, de marcar e de cumprir, acordar...

A minha ilusão é constrangedora. Viver cem anos em um único dia.

Um dia, um minuto, tudo vale a pena, se minha perna (não) é pequena, e corre, contra o tempo, adversário?

Não. Sim e não.

Porque fiz ou não fiz confome a data, o momento, o dia, a felicidade, o prazer, de fazer, ou não. Escolher. E fazer.

Depende da ocasião.

Da minha mão e da emoção.

florencio mendonça
Enviado por florencio mendonça em 01/10/2009
Código do texto: T1841724
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