QUIPROQUÓ NO BAR.

Agora me lembro bem, pois na manhã seguinte só me lembrava das flores.

Foi lá pelos idos de dois mil e bolinhas, em Goiânia.

Após o final de um evento, onde participávamos e diga-se de passagem, ao final, regado a cervejas e vinhos, resolvemos sair para comemorar aquele acontecimento histórico, com várias re/soluções práticas para melhor desenvolvimento das atividades que praticávamos naquela época.

Eram quatro pessoas e eu como assistente. Entramos em um bar, normal, onde as mesas ficavam do lado de fora do prédio. Alguns arbustos, uma sacada e uma escada que ligava a rua ao estabelecimento. Na conversa animada, pedíamos apenas chopp para abrandar àquela noite quente de Goiás. Os amigos, um moreno alto e o outro baixo, uma loira e a outra morena, bebiam, bebiam, bebiam, "como se não houvesse amanhã". Lá pelas tantas da madrugada, ao deixarem cair um buquê de flores, ganho nas palestras do encontro, a bela loira e a morena, atentaram para o detalhe que já haviam bebido o pequeno número de trezentos e vinte chopes mas o garçom teimava que eram trezentos e vinte e um. Aí começou a confusão. Todos,alterados, trocavam insultos e letras, tais como: - Enste bra ós etm ivdao e sa ulhmeres ãso otsda spaatoã.

Foi quando um casal, lá do fundo das mesas do bar, revoltou-se, pagou a conta e saiu do recinto dizendo em alto e bom som: "Classes desunidas"!!!

Por: Jaymeofilho.

29/01/2015.

Jaymeofilho
Enviado por Jaymeofilho em 29/01/2015
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