À SEMELHANÇA DO QUE DISSE O PROFETA

À SEMELHANÇA DO QUE DISSE O PROFETA

Em tempos enigmáticos em que a palavra escrita ou falada permanece sob censura, ainda se pode prevalecer daquilo que a Bíblia testifica: “Pelo que o direito se retirou, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças; e a retidão não pode entrar. Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O Senhor viu isso e desaprovou o não haver justiça.” (Isaias 59.14-15) Assim como no passado, O Senhor nosso Deus continua vendo o que se passa atualmente no Brasil, e para os que não creem, devem pelo saber o que a mesma palavra testifica: “Porquanto, nós conhecemos aquele que declarou: “A mim pertence a vingança”, e outro trecho: “O Senhor exercerá juízo sobre o seu povo”. Assim, terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo!” (Hb 10.30-31) Os salvos perseveram na fé. O que estava acontecendo nesse tempo, era que “a sociedade estava corrompida e em processo de desintegração; os tribunais de justiça se tinham tornado câmaras de terror para prejudicar os inocentes e casas para recompensar os perversos da sociedade. Toda a estrutura da sociedade tinha sido solapada. Não havia integridade, nem no nível pessoal nem no nível comunitário.” (Comentário R.N. Champlin, Phd, Vol. 5. Pg.216). À semelhança do que disse o profeta Isaias (735 a. C a 713 a. C.) a descrição confere aos dias de hoje em relação ao que vem acontecendo no Brasil. Portanto, nada que não saibam os cristãos, conhecedores da Palavra de Deus, inclusive pelo tempo de espera até que venha a justiça. “O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente; o Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés” (Nm 1.3) Logo, como havemos de falar em direito, quando vai ficando cada vez mais distante a justiça; como entender a verdade, se a mentira perdura, fazendo eco por todos os cantos, seguindo os passos de um governo que mente o tempo todo, não sabe ele, que está na lista dos que vão para o inferno? “Ficam fora os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.” (Ap. 22.15). Resta alguma dúvida? O tempo se incumbirá de testificar a dura sentença de vida e morte desses que tais coisas praticam. Os cães aqui não se trata dos animais, mas das pessoas de caráter vil, situação nunca jamais vista ou sentida, num governo e seus ministros, todos com suas identidades conhecidas nesses dias de investigação, sob o manto das CPIs. Essas pessoas, prevalecendo do suposto poder que lhes é outorgado como comissão de inquérito, babam por palavras de baixo calão, ofendem autoridades que por elas são requisitadas, no maior desrespeito, raivosas e desnutridas de qualquer sentimento humano, na verdade, são dominadas pelo espírito maligno. Hoje, vivemos num país revoltado, porém retido em seus pensamentos por falta de coragem para reagir aos desmandos; um povo como se tivesse à espera de uma só voz, para tomar a iniciativa de guerrear em defesa de seus direitos que foram roubados; um povo que, por princípios cristãos, o que é maioria, agindo como se capaz de suportar a dor até o limite de sua fé em que a mão de Deus há de pesar sobre as cabeças daqueles que praticam o mal e prevalece sobre os inocentes. A gente entende que, à semelhança do que disse o profeta no passado, dias virão em que a justiça se fará. Deus não quer que ninguém se perca, todavia, aos ímpios está destinado o inferno, preparado para os Diabo e seus anjos. Aos fiéis, o portanto, só dura por um pouco, ao final toda lágrima se secará.