ARCA BOLSO FISCAL DO BRASILEIRO

ARCA BOLSO FISCAL DO BRASILEIRO

Já estamos acostumados com os jargões brasileiros, principalmente quando tem uma conotação política zoadeira. É o que acontece com o “renomado Ministro da Fazenda, ao sugerir um novo nome em substituição ao “Teto de Gastos” - principal regra fiscal do país que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. Como a gente já sabe, tudo que mexe para promover receita para o governo poder gastar mais quem arca é bolso fiscal é o brasileiro, somos todos nós aqui do andar de baixo. Arcabouço fiscal pode ter o significado de arranjo, ou capacidade de produzir algo (o que talvez a nova nomenclatura seja no sentido de fazer acreditar no ministro e seus pares, de que sejam capazes de produzir novas ideias para justificar os gastos do governo). Mas, a coisa anda tão feia e tão ameaçadora, que a gente não sabe, ou melhor, não certeza alguma do será feito, ou do que está sendo feito com o nosso sofrido dinheiro. Quem de nós, do povo podia saber que por anos a fio da esquerda, o nosso dinheiro estivesse vazando pelos ralos, sustentando a corrupção e governos comunistas. Quem sabia que essa prática seria tão fácil de ser promovida à revelia do conhecimento de nós brasileiros, cidadãos que produzem riquezas, e que antes não levava muito a sério, que teria que se envolver em política. Bastou tomar ciência de alguma coisa, que logo fez brotar a indignação, quando o povo se atira em massa indo para as ruas deste gigante país, famílias inteiras em demonstração de patriotismo. Num repente, surge uma devassa covarde, ao arrepio das leis, e ainda tem gente inocente minguando nas prisões comendo a marmita desprezível para não morrer de fome. O disparate é tão grande que, nesses primeiros três meses o assunto da pauta do governo é “o dinheiro”, e não é para resolver os problemas do país, mas para manter as mordomias dos artistas, dividir o bolo com os parceiros, dormir em cama de rei, sentar em poltronas que só faltam voar,. Isto é um acinte ao povo brasileiro, e aí vem o tal “arcabouço fiscal”, com muito mais cara de arranjo para justificar que o arca bolso fiscal, isto é, quem arca com as contas é o que sai dos bolsos dos brasileiros. Talvez tivesse mais o sentido de arranjo, se me permitam, maracutaia política de como enganar o povo – uma praga plantada pela esquerda no Brasil que se enraizou para todos os lados, e pior, tem gente que gosta, que aplaude a desgraça. Enquanto o povo aplaude, e o interesse de ingresso na política, já não apresenta mais como uma oportunidade de ajudar a administrar as riquezas do país. A coisa é tão doentia, que vai do alto a baixo, das menores instâncias até as instâncias superiores – roubar é o lema, é só saber onde se prende o rabo de cada um, e a partir daí, a perpetuação no posto fica garantida. É por tais razões que o sistema construído ficou tão forte, que falar de moralidade, está fora de moda, o negócio é fazer o pé de meia. Justifica porque continuamos sendo do terceiro mundo, embora sabendo que temos as riquezas e climas maiores e melhores do mundo. Infelizmente, não temos sabido votar em pessoas, que não sejam as melhores do mundo, mas que estejam enquadradas entre as mais honestas do mundo. Gente de coração e alma, que saiba conduzir a sua vida, sabendo que o tempo se incumbe de escrever a historia de cada um, e a eternidade os aguarda, para aqueles que amam o seu próximo e temem a Deus, Ele mesmo promete um céu de glórias; e quanto aos que praticam o mal e todo tipo de iniquidade um lugar eterno para lembrar de seus feitos maléficos – o inferno.