I D I O S S I N C R A S I A

A nossa cidade só será grande se o nosso povo pensar grande.

Francisco de Paula Melo Aguiar

A vida nacional, estadual e municipal no vasto território brasileiro vive em torno de estereótipos populistas de gente se aproveitando do analfabetismo político do povo, fazendo o que tem de pior na vida da população carente que é não ensiná-la a pescar e sim a dar-lhe o peixe através dos fracos e indigentes programas sociais de cunho eleitoreiro, desqualificando cada vez mais a nossa gente pobre diante de tal comportamento do puder pobre nas três esferas administrativas. Pensar assim, individual e ou coletivamente, característica típica e comportamental peculiar ao interesse e ou interesses dos populistas. Assim essa gente tem que aprender a viver e conviver com o falta tudo, lixo material e espiritual e tome corrupção dentro e fora do país, tendo em vista que os paraísos fiscais registram as contas bilionárias com nomes e ou códigos que não revelam seus legítimos donos e ou signatários durante suas vidas materiais e que permaneceram presentes além túmulos para seus beneficiários, esposas, filhos, etc. Enquanto isso, temos hoje mais de 11 (onze) milhões de pessoas desempregadas, dependentes de programas sociais com visões eleitoreiras. Os nossos deputados federais, deputados estaduais, vereadores, prefeitos, governadores, senadores e presidentes da república, todos, seus familiares e cabos eleitorais, estão empregados e recebendo seus salários altíssimos, todos os meses e não tem atraso.

Olhe seu menino já pensamos que vimos tudo em termos de guerra fria entre as potencias internacionais, nacionais e locais, ledo engano, como por exemplo, o disse me disse da "briguinha" de um certo alcaide de Santa Rita com o então governador João Agripino... lá pelos idos anos de 1967... o governador disse que deixaria o melão cobrir a Fábrica Tibiri, sic, segundo o universo da fala popular criada pelos seguidores do alcaide de Santa Rita, pois, não é que nos anos seguintes a nossa querida CTP - Companhia de Tecidos Paraibanos, fundada no início da última década do século XIX, não modernizou seu parque industrial com as novas tecnologias, portanto, perdeu o bonde da história, entrou em colapso, aí então outros governadores que o sucedeu no Palácio da Redenção e nem mesmo o ex-empregado da CTP, o governador Ivan Bichara Sobreira, não fez ressurgir das cinzas a referida Fábrica Tibiri. Então, a CTP faliu para sempre e desapareceu do mapa e Santa Rita ficou sem 1.400 (mil e quatrocentos) empregos diretos. Os lideres do sindicado da referida indústria mais exaltados foram presos e processados, embora todos depois de humilhados, foram absolvidos pelos órgãos de repressão da Ditadura Militar de 1964, por falta de ideologia marxista em garantir nos depoimentos o que falavam para os trabalhadores no sindicato. Este filme parece que está novamente se repetindo por aqui... Ai, ai, ai.... Santa Rita de Jesus, de dia falta água ( a Capega?...) e de noite falta luz... o povo de Santa Rita tem que aprender a ser bairrista e saber em quem vai votar. Tudo é uma questão de representatividade. Santa Rita não tem um só deputado federal e ou estadual que represente a nossa população a ferro e a fogo. Faz muito tempo que Santa Rita deixou de ter um Deputado Federal para lhe defender em Brasília. Os mais de noventa mil votos não tem a quem pedir nada para o bem coletivo da cidade por falta de compromisso com a nossa comunidade, vota em qualquer um, vota em branco e ou anula o voto e o resultado é o que conhecemos, somos terra sem defensores ferrenhos, porque não sabemos em que votamos, como sempre ficamos esquecidos, ninguém pede nada por nossa terra, aqui a grande divulgação do município e cidade são os programas policiais que sem demérito algum para com os mesmos de todos os meios de comunicação de massa da Capital do Estado e até dos outros estados do país, os mesmos por analogia podem ser comparados a uma esponja de lavar louças, pois, se espremermos sai sabão e dos programas sai sangue todos os dias... Isso é deprimente para nossa cidade em todos os sentidos e classes sociais.

Não é por acaso que "vivemos em uma época rica em numerosas mudanças que marcam o fim de um período. Este fim desdobra-se em três componentes: o das certezas, o das ilusões e o dos determinismos", segundo o filósofo François Raux, assim sendo, quem pensa em futuro pessoal, profissional e coletivo, necessita conhecer tais componentes com todos seus viés mascarados de ideologias.

Assim a idiossincrasia estereotipada continuará até quando?!...

FRANCISCO DE PAULA MELO AGUIAR
Enviado por FRANCISCO DE PAULA MELO AGUIAR em 20/05/2016
Reeditado em 20/05/2016
Código do texto: T5641569
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