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Minha segunda trova (Para Silvia Cardoso, uma amiga querida)

Que seja Raul o cara.
Em toda sua alegria,
Silvia Cardoso é rara.
Tudo se nutre e dá cria.

Obedecendo às regras, que até então, desconhecia, citadas pelo poeta Jajá de Guaraciaba, a quem muito agradeço pelo meu enriquecimento e aperfeiçoamento para o qual ele contribuíu com  seus ensinamentos, a nova versão da minha segunda trova, originalmente construída e postada no texto "Minhas primeiras trovas", teve a ordem dos seus versos alterada para ficar com as rimas ABAB conforme norma da UBT - União Brasileira de Trovadores.

Repito então as regras para que todos também as conheçam:
Trova é uma quadra, isto é, quatro versos (linhas) heptassílabos, ou seja, com sete sílabas poéticas cada um. Por sílabas poéticas entende-se as sílabas das palavras conforme as regras gramaticais sem contar porém, as sílabas átonas da última palavra do verso. Isso quer dizer que se a sílaba tônica da última palavra for a primeira e a palavra for de três sílabas, as duas últimas não são computadas. É permitido, quando duas sílabas consecutivas sejam vogais idênticas, fundi-las numa só sílaba. Finalmente, as rimas dos versos deve obedecer a seguinte sequência: ABAB. Primeiro verso rima com o terceiro e o segundo com o último.
Alberto Valença Lima
Enviado por Alberto Valença Lima em 25/04/2014
Reeditado em 25/04/2014
Código do texto: T4782488
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alberto Valença Lima
Recife - Pernambuco - Brasil, 69 anos
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7 áudios (2671 audições)
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Alberto Valença Lima

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