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Soneto polimétrico XLIX



Se os olhos que vêem um sorriso
Pudessem penetrar até o coração
Saberiam que muitas vezes o riso
Procura disfarçar uma aflição

Assim também é o estado conciso:
Imagem vaga, cheia de ilusão,
Mostrando que sempre é preciso
Ver além da própria interpretação...

Às vezes, os olhos mentem sem querer,
Pois não captam mais do que se pode ver.
E para eles felicidade é sempre distante:

Um pôr-do-sol na paisagem da janela...
Porém, esquecem-se de que, nesse instante,
Nós é que estamos longe dela...


Cláudio Carvalho Fernandes
Enviado por Cláudio Carvalho Fernandes em 21/04/2007
Código do texto: T457961
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Cláudio Carvalho Fernandes
Teresina - Piauí - Brasil, 55 anos
190 textos (4204 leituras)
20 áudios (857 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 28/01/20 03:14)
Cláudio Carvalho Fernandes