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Soneto polimétrico XLIII



Ao descer o manto negro da noite fria,
quem esquece o brilho de tantas mil estrelas
não sabe viver em si a mais plena alegria
nem capta dos olhos o mágico segredo em vê-las.

Cada crepúsculo, assim como a aurora inicial,
é luz vagando em busca de quem a veja
e nunca deixa fluir escuridão total,
dando às estrelas o brilho que esperanças enseja.

A existência é todo momento de trevas ou luz
em que mais a esperança sobrevive,
sorrindo alegrias ou sofrendo em sua cruz

pois a vida é como o sol no horizonte distante:
nascendo ou se pondo aos olhos de quem a vive,
assim é que se faz seu sentido em cada instante...


Cláudio Carvalho Fernandes
Enviado por Cláudio Carvalho Fernandes em 18/04/2007
Código do texto: T453958
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Cláudio Carvalho Fernandes
Teresina - Piauí - Brasil, 55 anos
190 textos (4215 leituras)
20 áudios (858 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 28/01/20 21:06)
Cláudio Carvalho Fernandes