A CANÇÃO DA ALMA
Manhã que serenamente se levanta,
Atravessa os campos e as montanhas
O sol resplandece com beleza quanta,
Da janela o meu olhar acompanha
O baile das borboletas – se espanta
Com a luminosidade – a tamanha
Magia que o crepúsculo implanta,
E com as santas mãos que a terra amanha.
A gratidão pelo instante é tanta,
Que a pluma da poesia arranha
O coração – a alma se encanta.
Deseja que a transparente manta
Do azul, permaneça na sua entranha,
E em êxtase rompe voo... Canta.
Manhã que serenamente se levanta,
Atravessa os campos e as montanhas
O sol resplandece com beleza quanta,
Da janela o meu olhar acompanha
O baile das borboletas – se espanta
Com a luminosidade – a tamanha
Magia que o crepúsculo implanta,
E com as santas mãos que a terra amanha.
A gratidão pelo instante é tanta,
Que a pluma da poesia arranha
O coração – a alma se encanta.
Deseja que a transparente manta
Do azul, permaneça na sua entranha,
E em êxtase rompe voo... Canta.