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Introdução à Nova Ordem Mundial - de Alexandre Costa

I
É este um livro que oferece aos leitores informações que lhes permitem conceber as dimensões da arquitetura do poder mundial. Claro que - e nenhum leitor será tolo para conclui o contrário -, em suas poucas palavras, não descreve, e tampouco tem o autor a pretensão de o fazer, toda a estrutura do poder que nos oprime ao mesmo tempo que nos seduz ao ofertar-nos produtos e serviços que atende aos nossos sonhos, aos nossos mais baixos instintos. À leitura dos três primeiros capítulos, empreendida, hoje, 16 de agosto de 2019, interrompida na sessão que trata, em poucas palavras, da família Rothschild, à esta dedicando uma página, dá o autor uma amostra, ao mencionar, numa visão geral, a ação dos Rothschild na guerra entre a Inglaterra e a França, esta nação então sob o comando de Napoleão Bonaparte. Além destas informações, há outras, que ajudam a quebrar falsas idéias e destruir pensamentos ingênuos acerca da política mundial.
Nas primeiras páginas de sua obra, trata o autor dos três esquemas globalistas, idéia muito cara ao filósofo Olavo de Carvalho (citado pelo autor): o esquema islâmico, do Califado Universal - esta denominação não empregada pelo autor, mas é de uso corrente por Olavo de Carvalho -; o russo-chinês (eurasianismo); e o globalista financeiro, ocidental, idealizado pelo Consórcio, segundo o já mencionado Olavo de Carvalho, cujos estudos são de valor inestimável e cujo nome é onipresente nos trabalhos de estudiosos respeitáveis, comprometidos com a verdade, dedicados à ciência, e não nos dos cujo único bem é a má-fé, fruto da má-vontade, inspirada, esta, pela inveja, rancor e ressentimento que deles alimentam o ódio o qual eles, em vão, esforçam-se para ocultar sob uma camada (película translúcida facilmente rasgável que eles acreditam um bloco de concreto a conservar ocultas de todos suas almas carcomidas) de simulação de amor pelo conhecimento, pela ciência e pela verdade e de falsa preocupação com o destino da humanidade.
A Nova Ordem Mundial - segundo Alexandre Costa um sonho concebido deste tempos imemoriais, que remontam os primórdios da civilização - está em vias de ser concretizado. Com o bombardeio de informações desencontradas, estímulos à conduta desregrada, descompromissada, por meio da ONU, visam os financiadores da NOM a aniquilação da civilização ocidental, seu inimigo visceral; para tanto, almejam suprimir da História todos os traços do cristianismo e a demolição dos edifícios das soberanias nacionais. E é a mensagem de Jesus Cristo o principal alvo dos idealizadores da Nova Ordem Mundial, pois tem ela poder para sustentar a civilização em que vivemos. O poder disruptivo da NOM manifesta-se em todo lugar, em todos os países. Para se substituir a civilização atual, erguida sobre três alicerces - cristianismo, a filosofia grega e o direito romano (dos quais nascem a alta cultura, produto da mente de indivíduos de talentos singulares, excepcionais dedicados ao misticismo, à arte (literatura, pintura, escultura, música, teatro, arquitetura e cinema - se faz, obrigatoriamente, a necessidade de eliminar os valores que a sustentam, ou gradativamente, ou com a promoção de uma ruptura violenta, por meio de guerras, se necessário, o que fariam os potentados sem pestanejar, sem nenhum peso na consciência, financiando conflitos que venham a ceifar a vida de milhões, de dezenas, de centenas de milhões, talvez de bilhões, de seres humanos - apenas números nas estatísticas de organizações mundiais que os globalistas financistas, banqueiros internacionais. A guerra que os idealizadores da NOM financiam é contra,  acima de tudo, o cristianismo, o Corpo Místico Cristão, que tem de se ver contra três frentes de combate, os quais, embora antagônicos nos pontos essenciais, de longo prazo, são aliados de ocasião nas questões imediatas, prontos para se entredevorarem assim que pisotearem o cadáver putrefato do inimigo comum, a Civilização Ocidental. Muito sangue irá correr pelos rios do mundo antes de se tornar realidadr o tão sonhado admirável mundo novo dos Rothschild, Rockefeller e outros apaniguados auto-intitulados donos do mundo. Se eles serão engolidos pelo leviatã global que estão a alimentar é outra história.
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Adendo 1: hoje, 29 de setembro de 2019, ao digitar o texto acima, deparei-me com uma incorreção. Afirmei que o nome de Olavo de Carvalho é onipresente no trabalho de estudiosos sérios e não nos dos inescrupulosos. Reconsidero: o nome Olavo de Carvalho está onipresente, também, nos trabalhos destes últimos, irrelevantes, de nenhum valor literário e filosófico, pois tais criaturais, não tendo nenhum apreço pelo estudo sério, impelidas pela inveja e ódio que as consomem, ao se referirem ao mais influente intelectual brasileiro vivo, cospem as suas diatribes diabólicas, expondo-se, inteiramente, com as suas mendacidade moral e miséria intelectual, tendo em mente um, e apenas um objetivo: ferir a reputação de um homem que lhes é superior em todos os aspectos, infinitamente superior (e que todos compreendam esta hipérbole).
Adendo 2: as primeiras páginas deste livro de Alexandre Costa e outros textos inspiraram-me um pensamento: os liberais, que se declaram autênticos defensores da liberdade, atuam contra o Estado, encontrando nesta instituição o opressor encarnado - o que, entendo, é uma rematada tolice, pois o Estado, tão amaldiçoado por eles, pode ser, também, a depender de quem ocupa os postos chaves de sua burocracia, o libertador. Mas o ponto que quero mostrar, aqui, é outro: os liberais têm no Estado, e só no Estado, o agente de opressão; e não entendem, ou não querem entender, que as empresas podem - e são - tão ou mais opressivas que o Estado; além disso, em defesa de seus interesses - muitos deles escusos - financiam Estados autoritários, ditatoriais, totalitários. Conhecem os liberais este traço da realidade?
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II
Dando sequência à leitura, hoje, segunda-feira, dezenove de agosto de 2019, do livro de Alexandre Costa, Introdução à Nova Ordem Mundial, e interrompendo-a na página 49, encerrando, portanto, o capítulo 4, Os Círculos do Poder, obtive conhecimento de um conjunto considerável de informações acerca de famílias dinásticas, poderosíssimas, cuja fortuna e poder são inimagináveis, e, também, de sociedades iniciáticas, sociedades secretas e personalidades que influenciaram o destino da humanidade, alterando o curso da História (aqui, emprego, unicamente, uma figura de linguagem, afinal a História não segue dois, ou mais, cursos, mas apenas um, o dos eventos ocorridos). Mesmo sendo o livro de Alexandre Costa uma introdução ao tema da NOM, o leitor, dedicado à leitura, se de imaginação fértil, e dotado de um pouco de perspicácia - estes dois talentos associados a um conhecimento prévio, mesmo que precário, do assunto - pode conceber a imensidão  (não em sua amplitude, e certo de que muitos dados estão além de seu entendimento e de sua capacidade de imaginação, lhe são desconhecidos), do poder concentrado nas mãos de algumas dezenas de famílias dinásticas, pode satisfazer-se com a ampliação de sua visão, ciente de que pouco, quase nada, consegue ver, e o que vê, desconfia, talvez não seja real. Numa condição paradoxal, sabendo mais, está certo de que sabe menos do que sabia antes da leitura do livro, pois, sabe, agora, que, em relação ao que acredita que existe para se conhecer, sabe pouco, quase nada, pois o conhecimento adquirido com a leitura dos primeiros capítulos do livro de Alexandre Costa ampliou-lhe a consciência do que há para se conhecer.
Algumas informações fornecidas pelo autor não me era desconhecida. Cito uma delas, e nela me prendo: a maçonaria promoveu a Independência do Brasil, informação, esta, da qual eu, há uns vinte dias, tomara conhecimento durante a leitura de Bonifácio, livro de Otávio Tarquínio de Sousa, historiador brasileiro de primeira ordem. Os nomes de personagens de sociedades secretas e ocultistas, tais como os de Helene Blavatsky e Aleister Crowley, já eram do meu conhecimento; do mesmo modo o eram, já, os nomes de George Bernard Shaw e Herbert George Wells e os Webb, todos integrantes das hostes da Fabian Society; e o de George Soros, patrocinador da Open Society. Os nomes de inúmeras fundações mencionadas, no livro, nas poucas páginas que li, hoje, também não eram do meu desconhecimento. E alguns dados surpreenderam-me: os relacionados aos Illuminati da Baviera (criados pelo ex-jesuíta Adam Weishaupt, financiados por Amschel Mayer Rothschild, até caírem na clandestinidade) que participaram da Revolução Francesa, para aniquilar os nobres franceses, e do Iluminismo, para dar cabo da Igreja Católica;
E povos de todo o mundo têm de se haver com criaturas obscuras que manipulam os fios que controlam os agentes da História, criaturas que, não poucas, não é errado dizer, emergirem das profundezas do inferno. E Anton Lavey, discípulo de Aleister Crowley, e fundador, nos EUA, da Igreja do Diabo, não me deixa mentir.
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Adendo: escrevo, hoje, 1 de outubro de 2019: muitas das informações fornecidas pelo autor parecem saídos de um roteiro de filme de espionagem moderno, de uma história de teoria da conspiração. Temos de entender que soam-nos absurdas porque somos manipulados pelos meios de comunicação e pelo sistema educacional, instituições que - sabe quem, experiente, acredita em Papai Noel e Coelinho da Páscoa, mas não em lendas modernas concebidas por engenheiros sociais, sociólogos, psicólogos, historiadores, filósofos (melhor intelectuais, muitos deles desonestos, muitos insanos, dementes), cientistas e profissionais de outras áreas do conhecimento, todos a se arvorarem sábios infalíveis, muitos ignorando sua condição servil, de soldado de um exército que anuncia o apocalipse - sonegam ao mundo as informações que lhes poderiam permitir conceber a História humana com aspectos que mais a aproximam da realidade doa fatos
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III
Seguindo, hoje, 20 de agosto de 2019, na leitura do livro de Alexandre Costa até a página 62, encerrando o capítulo 5, que amplia o tema e dá a conhecer, agora entrando no mérito do projeto de poder dos idealizadores da Nova Ordem Mundial (financistas, multibilionários europeus e americanos, banqueiros miliardários, detentores de riqueza jamais vista, integrantes de dinastias centenárias) para cuja implantação urdem eles as tramas mais sórdidas, numa artimanha sofisticadíssima, cujos pormenores não podem sequer ser vislumbrados pelo comum dos mortais; e é o objetivo dos idealizadores da NOM a eliminação dos valores cristãos do coração dos homens e a criação de um novo senso comum que está em consonância, não com os valores dos seus patrocinadores, mas com os interesses deles, individuos que, numa busca doentia pelo poder absoluto, dispõem-se, literalmente, a vender a alma ao Diabo. Para tanto, empregando os meios mais sórdidos, manipulando consciências, deturpando valores, subvertendo-os, fazendo dos vícios virtudes e das virtudes vícios, criam, na ignorância das pessoas que eles subjugam, um novo consenso social cuja substância consiste na valorização dos sete pecados capitais, dados como virtudes, assim corroendo as almas dos homens e, consequentemente, rasgando o tecido social. Empregam os mais sofisticados meios tecnológicos que a inteligência humana já concebeu (informática, mídia, cinema, e outros meios de entretenimento), para conduzir os povos de todo o mundo ao abatedouro. Fica em aberto, pois o futuro a Deus pertence, se serão bem-sucedidos em sua laboriosa tarefa de, tudo pervertendo, criar o caos, e erigirem uma civilização aferrada ao materialismo mais chão, destituída de qualquer resquício da civilização de matriz cristã, tutelada por uma burocracia tecnocrática global, totalitária, o Leviatã planetário.
Em um trecho afirma o autor que é factível a eclosão de uma guerra, que redundará na destruição de Israel, evento culminante de um projeto que se arrasta desde a fundação do estado judeu, e que será o pontapé inicial de uma guerra de alcance global sobre cujas ruínas se erguerão as tétricas edificações da Nova Ordem Mundial. O futuro não é alvissareiro, se se concretizar o sonho dos idealizadores da NOM, criaturas que, não é exagero dizer, emergindo das profundezas do inferno, estão a perturbar o sono dos justos.
Todas as ideologias coletivistas (comunismo, socialismo, nazismo e fascismo), irmãs, vieram à luz de uma criatura escatológica, para nutrir os homens de escuridão: o movimento revolucionário, de fundo totalitário, de matriz anti-cristã. O futuro que os donos das maiores riquezas já acumuladas nos reservam é um inferno. Eu diria um inferno dantesco, mas presumo que seja pior.
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IV
Ainda no dia 20 de agosto, decidi, após escrever os comentários acima, ler a página 63 e o trecho inicial da 64, encerrando a leitura ao término da sessão "FED", do capítulo 6, "Tentáculos". Nesta sessão, tive contato com informações, inéditas para mim, que me obrigaram a eliminar a confusão que eu fazia acerca da real natureza do Federal Reserve e da sua criação, o que me permite formular um pensamento, se não exato, mais próximo da realidade no que se refere ao poder dos banqueiros no destino de povos e nações. As famílias dinásticas, não há dúvidas, detêm poder imensurável, jamais sonhado pelos antigos imperadores e pelos faraós; aliás, talvez eles tenham sonhado com tal poder; todavia, para a consecução de um projeto que lhes permitisse obtê-lo eles não possuíam os recursos necessários. Os metacapitalistas - uso, aqui, um termo caro a Olavo de Carvalho - almejam a predominância global, o domínio de todas as nações, de todos os povos, o controle da mente de todas as pessoas. É impressionante, em todos os aspectos imagináveis, a malícia diabólica dos nababos internacionais.
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Adendo: escrevo, hoje, 4 de outubro de 2019: nenhuma pessoa que se dedica ao estudo da política mundial e nenhuma pessoa que, não sendo estudiosa do assunto, curiosa, lê livros e artigos de estudiosos, para conhecer, uma parcela que seja, das coisas do mundo, ignora a complexidade das regras do jogo que se joga na política mundial, mesmo desconhecendo-as quase que completamente. O que afirmo não é absurdo; pode ser paradoxal, mas absurdo não é. Em sua ignorância, e ciente dela, desejando entender as engrenagens que movem os mecanismos da política mundial, certo de que só poderá, por mais que se debruce sobre os livros que tratam do tema, conhecer uma ínfima parcela dos dados que há para se conhecer, alcançará, não o entendimento de todos os elementos neles envolvidos, mas a certeza, que só o bom senso permite possuir, de que, sendo um ignorante, é capaz de, em imaginação, com os dados que lhe chegam ao conhecimento, conceber uma idéia, sem saber se ela está correta, que lhe oferece um ponto a partir do qual pode pôr-se a pensar, com segurança, e titubeando, acerca do assunto, a política mundial, que lhe desperta o interesse.
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V
Foram tantas as informações que colhi, hoje, dia 21 de agosto de 2019, da leitura que empreendi de poucas páginas do capítulo 6, Tentáculos, encerrando-o, que fui obrigado a interromper a leitura e registrar estes comentários para mastigá-las, digeri-las, associando-as com outras informações do meu conhecimento as quais tirei de outros livros, de artigos, e de vídeos; dentre os artigos, muitos - publicados no site Mídia Sem Máscara - de autoria de Olavo de Carvalho, filósofo. E associando-as, posso conceber, em imaginação, uma imagem do panorama, que em escorço se me revela aos olhos, melhor, à mente. As informações que tirei das poucas páginas que li na última hora obrigam-me a concluir que vivemos na ignorância abissal acerca das mãos (de cuja existência sequer suspeitamos) que manuseiam os cordões que nos movem, manipulando-nos ao seu bel-prazer. Somos apenas bonecos manipuláveis. E só resta àqueles que, de espírito indomável, estudam, com afinco, a questão, alertar o povo dos perigos que o assaltam sem que ele saiba. Infelizmente, tais pessoas recebem, não raro, a ingratidão, o desprezo, o desdém, e ouvem comentários desabonadores, não raros ofensivos, e risos de mofa, de tolos soberbos que, envaidecidos por auto-imagem irrealisticamente favorável, que lhes afaga o ego e abafa-lhes a vocação, em todos inata, para o auto-conhecimento.
Conhece-se, à leitura das páginas aqui comentadas, as entidades - ONU, CFR (Council Foreign Relations), Comissão Trilateral, Diálogo Interamericano, Foro de São Paulo, Clube Bilderberg, Bohemian Club - e alguns de seus principais integrantes, políticos eminentes, e magnatas, sendo um deles o onipresente David Rockefeller, e as agências de inteligência, e órgãos científicos, cujos recursos incalculáveis recebem uso que o discurso oficial não contempla. Tais entidades, muitas delas financiadas por magnatas, associadas com a imprensa, as universidades, os serviços de inteligência - e até a NASA - são agentes de transformação social, cujo objetivo prioritário é a criação de um novo imaginário, um senso comum de inspiração anti-cristã, anti-religiosa. Patrocinam movimentos sociais progressistas, políticas de ações afirmativas, e de controle populacional, e de aborto. E participam muitos de seus integrantes de sociedades iniciáticas, secretas.
Estendi-me, neste comentário, além do que eu pretendia; não reclamo, pois, ao expor, nestas poucas linhas, os pensamentos que a leitura inspirou-me, consegui, assim acredito, organizá-los, além de amadurecer a consciência que eu tenho do assunto Nova Ordem Mundial, certo de que acerca dele quase nada sei (para não ir ao extremo de dizer que nada sei).
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Adendo: hoje, dia 10 de outubro de 2019, escrevo: no Brasil, a pessoa atenta, mesmo a que não se dedica ao labor intectual e não está antenada - para usar uma expressão popular moderna - nas questões políticas, já detectou a promiscuidade entre bancos, empresas, governos, organizações não-governamentais, meios de comunicação, instituições culturais, escolas, entidades de classe (OAB, UNE, sindicatos), organizações de direitos humanos, movimentos sociais, ONU, setores da Igreja Católica, e da Protestante; sabe que, por algum meio, tais entidades retroalimentam-se, pois identificou uma identidade em comum entre todas elas: o pensamento anti-cristão, que se ramifica em inúmeras políticas, aparentemente dissociadas umas das outras, muitas delas antagônicas (antagônicas, sim, mas atendendo aos interesses de seus financiadores, que são aliados).
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VI
Ontem, 21 de agosto de 2019, após redigir o texto acima, dediquei alguns minutos à leitura da sessão "Os influenciadores", do capítulo 7, "Personagens". E fui logo levado a informações acerca de grosseiros erros conceituais, involuntários, de três filósofos modernos, Ockam, Descartes e Kant, e de Hegel, o deste proposital, que promoveram as misérias, unidas a outros fatores, intelectual e moral que hoje em dia nos idiotiza, nos estupidifica, convertendo-nos em criaturas desprovidas de vontade própria, destituídas de personalidade, de integridade, de espírito, de alma, do seu ser.
Hoje, dia 22, dediquei uma hora e meia à leitura do restante do capítulo 7 e das primeiras páginas do capítulo 8, "Estratégias, táticas e métodos", encerrando-a ao fim da página 95. São de tal monta as informações fornecidas pelo autor, que eu, contrariado, tive de abandonar o meu desejo de seguir com a leitura até o encerramento do capítulo 8, e concentrar-me na redação desta nota, auxiliando-me as anotações que fiz durante a leitura, anotações que me permitem relembrar algumas informações, as que, entendendo-as como relevantes, eu selecionara para não me sentir obrigado a copiar todo o livro. No capítulo 7, toma-se conhecimento do valor, para a ereção dos edifícios da Nova Ordem Mundial, cujos alicerces e estrutura já estão erguidas, de idéias de personagens, além das quatro que mencionei linhas acima já conhecidas de toda pessoa minimamente informada: Marx, Lênin, Gramsci, Lukács, Adorno, Marcuse, Horkheimer, Foucault, Derrida, Paulo Freire, Dewey, Mesmer, Kardec, Crooker, Pavlov, Albert Pike.
Está claro, no livro, que o objetivo principal dos idealizadores e financiadores da NOM é construir, na Terra, o paraíso de Satã; para tanto, eles pretendem a aniquilação do Ocidente, o que só será concretizado com a sublevação das massas, que se dará, caso se dê, com a subversão dos valores, por meio do relativismo, com a ascensão de valores que se opõem aos da moral cristã, do direito romano e da filosofia grega, os três principais nutrientes da cultura ocidental, que sustentam a sociedade ocidental e boa parte da oriental. Tais revelações não surpreendem toda pessoa de bom-senso, que entende - em sua razão espontânea, diria Olavo de Carvalho, isto é, seu instinto, seu subconsciente, desprezado por muitos intelectuais, mas valorizado pelo filósofo brasileiro - que entende, sigo, que a guerra que se trava, no mundo, desde os seus primórdios, se dá, em embates ferozes, sangrentos, entre o Bem e o Mal.
É impossível, indica o autor - e ninguém sensato ousará levantar-lhe objeção -, acompanhar todas as ações das principais personagens que planejam e disseminam a obra macabra que é a criação de uma nova civilização de matriz coletivista, totalitária, sob a égide de organizações globais comandadas por seres mal intencionados. Para atingir o seu objetivo, usam tais personagens da rede se ensino, dos meios de comunicação, de fundações filantrópicas, da estrutura dos estados nacionais, para destruir a inteligência dos homens, eliminando-lhes o senso das proporções, o princípio da equivalência, a consciência da realidade, ampliando-lhes a dissonância cognitiva - das pessoas sãs, maduras, virtuosas, de nobreza de caráter, é óbvio, e não dos dementes, dos cruéis, dos insanos, dos cavaleiros do apocalipse.
As dimensões da NOM estão além do conhecimento de toda pessoa. Seus principais propugnadores atuam, diuturnamente, inspiradas suas ações em cultos luciferinos, no submundo, não é exagero dizer, do crime. Tramam planos nefastos, mirando um propósito: fazer do mundo um inferno. A teia de conexões pessoais dos financiadores da NOM é extraordinariamente complexa, inabarcável.
Para concretizar a sua utopia totalitária, uma distopia orweliana, os globalistas usam da novilíngua, destruindo, assim, ao subverter o sentido das palavras, a linguagem, e, consequentemente, a inteligência humana.
E o mais aterrador: a Igreja Católica pode, corroída, ser um dos agentes, senão o principal, da aniquilação da civilização que ela ajudou a erguer e que ainda mantêm em pé apesar de debilitada de tão agredida nos últimos séculos.
O cenário é desolador, o livro indica. A sociedade ocidental é agredida de todos os lados. Os seus inimigos estão em toda parte, infiltrados em todas as suas instituições, inclusive, e principalmente, naquelas que usufruem da confiança pública - daí serem elas as mais perigosas.
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Adendo 1: hoje, dia 12 de outubro de 2019, escrevo: em um vídeo, publicado no Youtube, Olavo de Carvalho, tendo ao seu lado Rodrigo Gurgel, professor de literatura e crítico literário, discorrendo acerca da matriz cultural do Ocidente, salientou um ponto: que há quatro séculos as três pilastras do Ocidente, a religião cristã, a filosofia grega e o direito romano, foram derrubadas pela mentalidade técnico-científica, que, oferecendo soluções para todos os problemas do homem moderno e respostas para todas as suas perguntas, assume ares de entidade transcendental onipotente e onissapiente, capaz de ofertar todos os bens de que ele não prescinde. Tal mentalidade está a escravizar o ser humano, que se apequena voluntariamente, sem o saber, atendendo às veleidades que tanto o seduzem.
Adendo 2: vê-se, hoje em dia, a corrosão de todas as instituições públicas, a Igreja Católica, inclusive. No Brasil, assistimos, incrédulos, abismados, a desfaçatez de personalidades que integram o Congresso, o Senado, o STF, a OAB, o Ministério Público, os meios de comuniicação, a rede de ensino, personagens que deveriam garantir a saúde de tais instituições, mas, corruptos, estão a corroê-las, a reduzir-lhes a já baixa, quase inexistente, credibilidade, o que poderá vir a, desacreditando-as aos olhos do povo, excitar paixões violentas, que poderão vir a culminar em subleções populares incontroláveis, redundando em caos. E chamo a atenção para o verbo auxiliar 'poder' que, prudentemente, insisti em inserir neste comentário.
Adendo 3: Estamos assistindo ao Sínodo para a Amazônia, evento controverso que muitas polêmicas, incontornáveis, está estimulando. Não são poucos os estudiosos, os leigos e membros da Igreja que suspeitam do Papa Francisco, que assume posição favorável à Teologia da Libertação e à polìtica ambientalista, descuidando da doutrina da Igreja e da saúde moral dos cristãos.
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VII
As questões consideradas no capítulo 8, que li, hoje, 23 de agosto - uma sexta-feira de clima instável, chuvoso no período ds manhã, carregado à tarde, em alguns momentos o céu coberto de nuvens escuras, em outros o sol anunciando uma tarde ensolarada, que em nenhum momento se fez presente - não são do meu conhecimento; acerca delas eu lera artigos, principalmente, e assistira vídeos, alguns ilustrativos, imperdíveis, ricos de conteúdo em suas óbvias limitações.
Trata o capítulo 8, em poucas palavras, como um livro de introdução se propõe a fazer, das artimanhas dos globalistas para realizar o admirável mundo novo sobre os escombros da civilização: desinformação; corrupção da linguagem e de sua importância, imprescindível, para a revolução dos costumes, a subversão dos valores; politicamente correto; vulgarização da cultura de infantilização das massas; cavalos de Tróia (ações afirmativas); Relatório Iron Mountain; Estratégia Cloward-Piven; ONU, instrumento da subversão social, destruição dos valores milenares, da alteração da cultura alimentar dos povos, e da medicina, e os seus artifícios de manipulação da população mundial, tornando-as dóceis aos interesses maléficos, demoníacos, dos globalistas; programas de eugenia e de controle populacional; False Flag; HAARP; chemtrails.
São tantas informações reunidas em tão poucas páginas, em rascunho, nas anotações que fiz às pressas, que me perco, encontrando dificuldades para redigir um texto que se conheça pela clareza na exposição do meu pensamento.
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Adendo 1: escrevo, hoje, 18 de outubro de 2019, entre 6 e 7 da manhã: a respeito da alteração dos hábitos alimentares, li, há um bom tempo, um artigo de autoria de Olavo de Cavalo e assiti a um vídeo dele; diz Olavo de Carvalho que a onda da cultura da alimentação "saudável" com a exclusão do cardápio de carnes vermelhas (de origem bovina) e a inclusão de grãos reduziu a fertilidade dos homens; recordo-me de um detalhe: Olavo de Carvalho, evocando uma visita que, nos anos 1990, fizera aos EUA, sentira-se um anão numa terra de gigantes, e que hoje em dia percebe-se uma considerável redução da estatura dos americanos.
Pode-se perceber que há, de fato, uma política mundial de alteração dos hábitos alimentares dos humanos; para tanto, basta atentar para as campanhas em favor da alimentação "saudável", que se resume a vegetarianismo e veganismo, e a demonização, principalmente, da carne vermelha.
Adendo 2: acerca dos chemtrails, rastros químicos, no céu, produzidos por aviões, assisti, há alguns meses, no Youtube, um interessante vídeo de Débora G. Barbosa.
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VIII
Deixei para hoje, segunda-feira, 26 de agosto, a redação do texto que, no dia 23, sexta-feira última, comprometi-me a escrever.
Li, sexta-feira, o capítulo 8, a partir da sessão "Dividir para Conquistar" (página 96), que trata do estímulo que se dá, hoje em dia, à fragmentação da sociedade em pequenas agremiações, tribos urbanas. Os integrantes de cada tribo encontram razões para a criação de uma identidade comum, distinguindo-se do restante da sociedade, à cuja margem vivem, no desejo, vão, de com ela romperem todo contato, dela prescindindo.
O esforço à constituição da personalidade individual se dá em função da subserviência de toda pessoa à tribo com a qual cada uma se identifica; e é tão radical a identidade grupal, que os membros de uma tribo hostilizavam os de todas ss outras, fragmentando a sociedade, atomizando-a. À promessa de libertar as pessoas da opressão nelas exercida pela sociedade - o que se dá, mas a ela se empresta um poder avassalador inexistente - associa-se o desejo de oprimi-las por outros meios. É tal promessa uma artimanha para submetê-las a grupos - e jogando-os uns contra os outros, num conflito mútuo e interminável que produz o caos social.  Em tal sociedade fragmentada, bloqueia-se de cada pessoa o processo natural de amadurecimento da personalidade; a pessoa, aqui, só existe em razão dos aspectos culturais que o grupo lhe impõe, mas que a ela não são inerentes, conquanto elas acreditem que o sejam.
No processo de engenharia social implementado pelos idealizadores da Nova Ordem Mundial, sob os auspícios de organizações globais, de mentalidade coletivista, tecnocrática, totalitária, lançam mãos os seus diabólicos orquestradores e propugnadores dos mais sórdidos meios de engenharia social e técnicas de persuasão e manipulação imagináveis. Para tanto, usam a imprensa para manipular as massas e a cultura pop para emburrecer todas pessoas que se encontram no raio de ação de sua maquinaria satânica.
Palavras de ordem sem pé nem cabeça associadas a estímulos múltiplos, contraditórios, produzem a destruição da personalidade e à submissão da pessoa à coletividade. O resultado: a insanidade coletiva.
Além de empobrecer a linguagem, destruindo-a, reduzindo-a a sons guturais de seres simiescos, antediluvianos, adultera-se o significado convencional das palavras; substitui-se as de uso comum, por outras, vazias, criadas em laboratório de engenharia social, às quais emprestam um significado qualquer, que esteja em consonância com o discurso politicamente correto; e estas tornam-se de uso comum, e o significado delas foge ao conhecimento de todos que as empregam; podem receber múltiplos significados a depender da conveniência de quem as manuseia; se com destreza e desembaraço, e com um bom punhado de maledicência, convertem-se em arma de destruição em massa da inteligência humana.
Vulgariza-se a cultura, debilita-se a inteligência; as letras das músicas resumem-se a onomatopéias e estímulo à sexualidade desenfreada; no cinema, enaltece-se os tipos mais execráveis e pessoas de personalidade fragmentada - e os diálogos são destituídos de coerência.
Para dominar e destruir a sociedade ocidental usam os inimigos dela Cavalos de Tróia: as ações afirmativas, políticas que sobrecarregam as instituições governamentais, saturam os serviços públicos - ensina a Estratégia Cloward-Piven, dos discípulos de Saul Alinsky, Richard Cloward e Francis Piven.
Criou-se um inimigo dos Estados Unidos, imaginário, os alienígenas, pois, entendiam os estudiosos, o Tio Sam não podia persistir na sua política externa de constantes ataques a um inimigo real, o que poderia culminar num conflito real - daí a profusão de filmes com a temática 'invasão alienígena': "Alien, o Oitavo Passageiro" (baseado num livro de Alan Dean Foster), de Ridley Scott; "Guerra dos Mundos", de Spielberg; "Independence Day", de Roland Emmerich, e muitos outros. E a natureza também foi convertida num inimigo dos homens; ela 'quer' nos matar porque destruímos a camada de ozônio, provocamos o fim da água potável e patrocinamos outras maldades. E a natureza, a Terra, deseja, portanto, vingança. Desta idéia brotam as políticas ecoterroristas.
E a ONU pretende, além de outras maldades, alterar a conduta humana ao modificar dos homens seus hábitos alimentares, excluindo-se da culinária certos ingredientes, proibidos pelos censores culinários, e tornando obrigatória a presença de outros. A manipulação genética dos alimentos à revelia das pessoas é fato, e as pessoas ignoram o que estão consumindo.
Outra arma disparada contra os humanos é a indústria farmacêutica.
Outros pontos interessantes do livro estão nas sessões "Truque dos Três Estágios" e "Seis passos para aprovar uma proposta absurda" e "Pressão de cima + pressão de baixo" - a segunda aqui mencionada resume um artifício já do meu conhecimento prévio, 'a janela de Overton'.
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IX
O capítulo 9, que li, ontem, 26 de agosto, trata, como o nome indica, dos meios de controle social, meios, estes, empregados pelos que têm o objetivo de erigir o governo ditatorial totalitário global. Exequível tal governo? Improvável. As forças que atuam no universo social humano são tão vastas e a variedade de tipos humanos tão imensurável que nenhuma inteligência pode obter os meios apropriados para construí-lo. Para erigir tal governo, acreditam os seus idealizadores, basta criar um novo tipo de homem, uniforme, homogêneo, massa coletiva amorfa, e matar o proteiforme, da natureza, dotado de inúmeras potências, provido de rico repertório de talentos. Este é o tipo que eles desejam reduzir às dimensões minúsculas de uma coisa desprovida de vontade, um objeto manuseável e moldável.
Os que se arvoram donos do mundo, da vida de todos os seres, de todos os fenômenos universais, travestiram-se de deuses, acreditam-se encarnações de entidades celestiais onipotentes. Darão com os burros n'água, pois o projeto que almejam concretizar não será concretizado. Manuseiam forças que não podem controlar. Infelizmente, muitos sofrimentos eles irão produzir durante o processo de ereção da natimorta Nova Ordem Mundial.
Ao mesmo tempo que oferecem às pesssoas comodidades, via tecnologia avançada, impensável há um século, com ela lhes cerceia a liberdade; o bem que fazem não raro são involuntários; não foi considerado no plano original. Tiveram de admiti-lo a contragosto.
É o Estado um dos elementos que os que se têm na conta de donos do mundo usam para oprimir o povo. É um mal necessário o Estado, que não é a fonte do problema. É o Estado uma abstração, e nele não está o mal, que existe na mentalidade de quem financia, promove, os indivíduos que o controlam.
Os meios de controle de pessoas aprimoram-se, sofisticam-se; assumiram aspectos tão complexos, que estão além da compreensão do comum dos mortais, e, também, não é exagero, tampouco absurdo, afirmar, dos potentados que os financiam com a sua riqueza ilimitada.
A internet permitiu a liberdade das pessoas, melhor, a fuga delas à opressão que as flagelava até antes de sua popularização. O seu acolhimento pelas pessoas dos países livres propiciou uma elevação inimaginável na capacidade de disseminação de conhecimento, de meios para o compartilhamento de idéias em todos os campos do conhecimento, aproximando pessoas distantes, povos distintos; no entanto, é inegável, também amplificou os meios de ação de grupos terroristas, de seres que, vivendo à margem da sociedade, desejam destruí-la. Boas e más idéias entrechocam-se na aldeia global. Transferiram para o mundo virtual o conflito eterno entre o Bem e o Mal (e o virtual é real também, mas em outro meio).
Todas as informações que, sem o saber, os usuários da internet, ingenuamente, disponibilizam na rede global de computadores, são reunidos, em poderosíssimos supercomputadores, e a elas dá-se uso que atende aos interesses de metacapitalistas, banqueiros internacionais, políticos. Os humanos estamos catalogados nos supercomputadores de órgãos governamentais e de empresas multibilionárias.
Informações interessantes, no livro, são as referentes à criação, pelo Pentágono, da internet, cujo nome de batismo era ARPANET, acrônimo de "Advanced Research Projects Agency Network"; ao CANIVORE; ao BEAST, acrônimo de "Brussels Eletronic Accounting Surveillance Terminal"; ao JFCOM9; ao Programa MK Ultra; ao Instituto Tavistock; à Inteligência Artificial.
Pesquisadores do Programa MK Ultra e do Instituto Tavistock empreenderam experimentos, dos quais participaram psicólogos, médicos, químicos e profissionais de outras áreas, todos objetivando aprimorar técnicas da ciência da persuasão, do controle do pensamento, utilizando substâncias químicas - uma delas, a dietilamida do ácido lisérgico, LSD -, promovendo música, sexo e drogas para a juventude, idéias de Herbert Marcuse. São os pais putativos da geração Woodstock e "Sexo, drogas e rock and roll". Um dado final, para encerrar o texto de hoje: "Programação Monarca" é técnica de controle mental capaz de substituir a personalidade de uma pessoa por outra personalidade.
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Adendo 1: hoje, 31 de outubro de 2019, escrevo: quanto às políticas de controle e fiscalização o mais controverso e assustador é o do crédito social empregado pelo governo chinês, comunista, com uso massivo de tecnologia de reconhecimento facial, e já em estágio embrionário no Brasil.
Adendo 2: livros recomendados: O Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho; e, A Teoria da Dissonância Cognitiva, de Leon Festinger.
Adendo 3: vídeos recomendados, no Youtube: de Débora G. Barbosa, MĶ Ultra - O Que é e Como Funciona?; de Casando o Verbo, O Assombroso Advento da Internet Quântica; e, Vigilância em Massa nas Fronteiras.
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X (último)
No capítulo 10 - escrevo, hoje, 28 de agosto, quarta-feira, às oito da manhã -. o autor limita-se a reproduzir trechos de falas, livros e discursos de protagonistas da Nova Ordem Mundial. Presidentes dos Estados Unidos; financiadores da Nova Ordem Mundial; idealizadores do governo global, ou apenas simpatizantes do projeto; chefes de estado; e outras personagens, umas populares, outras não. Tais citações reforçam as idéias esposadas pelo autor - e ninguém irá dizer que ele é um teórico da conspiração, um sujeito com um parafuso a menos.
Nas "Notas Finais" e em "Passe Adiante", o autor reforça uma idéia que permeia todo o livro, idéia que é o objetivo inconfessado dos idealizadores e financiadores da NOM: a aniquilação do cristianismo. Para a ereção da nova civilização - que se dará sobre os escombros da atual -, totalitária, coletivista, tecnocrática, a moral cristã tem de desaparecer, e ser substituída por uma religiosidade vazia, materialista, destituída de qualquer apreço por valores trancendentais, resumindo-se a inteligência humana à mecânica, capaz, unicamente, de oferecer respostas condicionadas a estímulos artificiais criados por engenheiros sociais com o uso de técnicas psicológicas de persuasão.
O futuro vaticinado pelo autor é nebuloso; se realizados os sonhos dos poderosos do mundo, será o mundo, num futuro próximo, convertido no reino de Lúcifer. O autor, todavia, mesmo antevendo um futuro terrível se o avanço dos projetos dos construtotes da Nova Ordem Mundial não for barrado, afirma, em tom de orientação aos seus leitores, que há um meio de evitar que tal se dê: disseminar o conhecimento, expôr a NOM, tirar as pessoas da ignorância.
Ao final, o autor premia os seus leitores com um artigo escrito a quatro mãos, "Project Syndicate: o oráculo de George Soros", de Cristian Derosa e Alex Pereira, no qual eles tratam da concentração dos meios de comunicação nas mãos de meia dúzia de afortunados poderosos, e da homogenização da notícia e das abordagens pré-fabricadas que os fatos, selecionados à mão, recebem, para que se possa condicionar o pensamento de pessoas em todo o mundo.
E para auxiliar o leitor que se interessa pelo assunto Nova Ordem Mundial, o autor fornece uma lista de livros, documentários, entrevistas disponíveis na internet e filmes.
É o livro de Alexandre Costa uma introdução, como indica seu título, ao estudo da Nova Ordem Mundial; um guia para mentes inconformadas, e determinadas, que têm disposição, e coragem, para se debruçarem sobre livros e documentos.
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Adendo: escrevo, hoje, 8 de novembro de 2019: pensei em reescrever a resenha, sintetizando o conteúdo do livro em poucas linhas, mas decidi conservar a redação original, uma espécie de diário de leitura.
Ilustre Desconhecido
Enviado por Ilustre Desconhecido em 08/11/2019
Código do texto: T6789891
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Ilustre Desconhecido
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