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Lágrima


Podemos engolir o choro
Mas jamais conter uma lágrima
É o momento em que a alma transborda...
Vem como enxurradas
nada pode segurar as águas .
Podemos disfarçar sentimentos,
reprimir as palavras, mas nossos  olhos denunciam o que está no coração.
Os olhos são as janelas da alma, se abrem pra deixar sair o pranto.
São involuntárias, vem no momento do ápice, explosão! impossível segurar essa onda de emoção,
Gigantesca, indomável lágrima de uma mulher...
Traz alívio depois desse torvelinho,
Ficamos mais  leves perdemos o peso que contínhamos.
Nos esvaziamos como o mar vazante, em noite de lua minguante ...
respiramos aliviadas, nesse instante.
Depois do choro compulsivo nos sentimos cansadas, exauridas e vem o sono, pra tirarmos de cena, momento de repouso.
Acordamos refeitas com os olhos brilhantes, pois foram lavadas pelas águas edificantes
Que limpam a alma.

By Claudia Florindo 💕
31/08/17
Claudia Florindo Corrêa
Enviado por Claudia Florindo Corrêa em 14/01/2018
Código do texto: T6225935
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Claudia Florindo Corrêa
Mangaratiba - Rio de Janeiro - Brasil, 49 anos
269 textos (4137 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 01/10/20 12:56)
Claudia Florindo Corrêa