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A Delicadeza da Flor

Não Excelso dias sem estrelas,
Suspirando pela
Delicadeza da flor.
Não titubeio momento acordado
Sem suspirar me lembrando
Da beleza de minha flor.

E quero rancor, arda!
Se tudo amor, então nada!
O que encontrei das pistas deixadas,
O bom cheiro da minha flor delicada.

Cuido, reparo, até faço piada.
Estimulo e me derreto,
quando ela dá risada.

A beleza da flor,
Com seus olhos delicados.
À fina flor me dirijo:
Com todo cuidado.

Peço a Deus,
Destes versos que não dizem nada.
Se um dia minha flor delicada
poder me ver novamente.
Não a deixe irritada,
Mas sim outra vez contente
Gustavo Brandente
Enviado por Gustavo Brandente em 15/09/2019
Código do texto: T6745282
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gustavo Brandente
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 18 anos
334 textos (7899 leituras)
3 áudios (89 audições)
1 e-livros (33 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 13/10/19 19:16)
Gustavo Brandente