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TUAS CARTAS

Hoje, quando tuas cartas leio, o meu coração transborda de lágrima e romança.
Tuas cartas fazem chover em meu coração e trazem o abismo que sempre existiu entre nós. Sob o tímido clarão das poucas estrelas no céu, espero que a profundidade deste oceano possa (de alguma forma) secar e salvar o afogamento destas palavras.
Sob o céu d´um azul místico e lindo, recordo tua presença escrita e toda forma terna de sentir-me amada por ti, mesmo que tua falta tenha tornado a saudade só minha. Outrora nos folhos deste céu sonhei;
tua voz calma, serenizada, afogou todas as minhas falhas, e um véu de estrelas cristalinas sufocaram minha voz... transbordando estrelas pelos meus olhos, e um imenso véu reluzia a distância findada entre nossas almas.
Agora, quando tuas cartas leio, chorando por ti, meu Deus despertei, tarde é para tê-lo!
Tuas cartas trazem o bailar furioso das ondas, cada linha... uma tempestade sem fim, das mil palavras que nunca foram ditas para ti.
Sven Friedrich toca um piano, ****** traz tua presença, e toda angústia derramada sobre as dulcíssimas folhas de nossas cartas e as cartas chovem...
chovem dentro de mim, ora penso, quantas destas  choraram dentro de ti?
O meu amor foi um botão, destes que nunca, nunca desabrocharão.
E, um dia, espero que as cartas possam deixar o meu amor seguir...
Como as estrelas e qualquer destino biológico no seu devido rumo.
Dylla Vicente
Enviado por Dylla Vicente em 18/08/2019
Reeditado em 07/09/2019
Código do texto: T6722875
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Dylla Vicente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 28 anos
45 textos (1901 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/09/19 21:32)
Dylla Vicente