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Ninguém vê...

Ainda sinto tristeza, mas, não com pressão
Sinto tanta  tristeza, mas, não é de pressão
Tristeza que meu coração suporta sorrindo
No pranto que ninguém vê, não é depressão

É só uma dor, uma tristeza que vai surgindo
Sugando a inspiração, e todos os caminhos
Veem um olhar sem  brilho; a boca só rindo
Enquanto meus poemas estão tão sozinhos

Palavras desconexas, frases  soltas, verbos
Imperfeitos  diante dos impropérios da vida
Sussurros passam despercebidos; o acerbo
É presente, quando  da doçura é desprovida

E os licores são  tão coloridos e intragáveis
Desenho  teu rosto  numa aquarela invisível
Coloco em molduras nas paredes, inegáveis
Traços tristes  travando  tormentos terríveis.



Meri Viero
Enviado por Meri Viero em 13/08/2019
Código do texto: T6719634
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Meri Viero
Guarapuava - Paraná - Brasil, 48 anos
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Meri Viero