Meu rosto esconde uma dor infinda,
Uma lagrima morna escorre e rola,
Na minha face fria de tristezas...
É como ácido quente a fissurar minha pele,
Desfolando em chaga viva...meus sentimentos.
Há breve resquícios de velhas lembranças,
No muro borolento que me invade...
Sinto-me esfolada em vida...
No asco tórrido, impiedoso, em sangue.
Meu corpo esconde-se em prantos,
Molhando em chuva ferrosa - recrudescido.
Perecível e mórbido, agora, a esperar tranquíla,
A visita impactante do noivo - petrificada,
Ora, irrepreensível que me acena...
Meu rosto agora está à beira do penhasco,
Não consigo fugir das mágoas...
Que habitam em mim.
Então, no crepuscular recalcitrante,
Espero e exalo - lágrima sem fim...
Na esperança de se estar casto,
Sem repartir e, espraiar dores...
Do rosto, restam saudades...intocadas!
Da menina, restam sonhos...inacabados!
Da pele, restam cicatrizes...encravadas!
Longe de ti...
Uma lagrima morna escorre e rola,
Na minha face fria de tristezas...
É como ácido quente a fissurar minha pele,
Desfolando em chaga viva...meus sentimentos.
Há breve resquícios de velhas lembranças,
No muro borolento que me invade...
Sinto-me esfolada em vida...
No asco tórrido, impiedoso, em sangue.
Meu corpo esconde-se em prantos,
Molhando em chuva ferrosa - recrudescido.
Perecível e mórbido, agora, a esperar tranquíla,
A visita impactante do noivo - petrificada,
Ora, irrepreensível que me acena...
Meu rosto agora está à beira do penhasco,
Não consigo fugir das mágoas...
Que habitam em mim.
Então, no crepuscular recalcitrante,
Espero e exalo - lágrima sem fim...
Na esperança de se estar casto,
Sem repartir e, espraiar dores...
Do rosto, restam saudades...intocadas!
Da menina, restam sonhos...inacabados!
Da pele, restam cicatrizes...encravadas!
Longe de ti...