QUEM OLHA PRA ELA
(Sócrates Di Lima)
Quem olha pra ela,
Vislumbra-se com seu olhar,
Vê no sorriso dela,
Um "Q"a encantar.
Quem olha pra ela,
Deve olhar com admiração,
Sem esperar dela,
Recíproca dedicação.
Quem lê os poemas dela,
Deve le-los com o coração,
Neles há ternura de sentinela,
Há encantos e perfeiçao.
Ela é uma mulher especial,
Seu jeito de ser é seu contexto,
Respeitável e aquém-do natural,
Ela é respeito e sem nenhum pretexto.
Suas poesias sáo únicas,
Liricas e infinitamente belas,
Sobres elas uma túnica,
Que protege suas cores de aquarela.
Talvez eu seja suspeito,
Para pintar o seu retrato,
Mas, com propriedade e jeito,
Posso redesenhar seu substrato.
Linda em todas as formas,
Minha bela poetisa,
Regras e normas,
A ela enfatiza.
Ela é meu bem querer,
Minha estória mais romântica,
Uma luz do meu viver,
Minha identidade semântica.
Essa mulher eu amo,
Defendo-a com unha e dente,
Os desavisados eu chamo,
Pra realidade latente.
Náo Preciso defende-la,
Ela é auto defensiva,
Mas, me dou o direito e protege-la,
De pretensáo ofensiva.
Quem olha pra ela,
Deve-lhe o respeito do ser mulher,
Do ser poeta que existe nela,
Näo é como se acha o que quer.
Quem conhece essa menina,
Sabe como alegra-la,
Num comentário poético que exprima,
O valor da poesia ao visitá-la.
É por isto que escrevo,
Este dedicatório poema,
Para Basilissa meu acervo,
De carinho, amor, poesia e lema.