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Dúvidas

Quanto nos custa a saudade?
Quanto nos dói a morte?
Quanta falta nos faz um sorriso?
Tantas perguntas,
poucas ou quase nenhuma resposta satisfatória,
e o elo das correntes se quebrando,
enfraquecendo,
abrindo feridas profundas,
chagando o coração
que aprendeu a chorar lágrimas vazias.
Por que olho sempre na direção do nada?
Por que não enxergo no horizonte o meu futuro?
Hoje vivo do que me foi possível,
ando por aí totalmente disperso,
as portas se abrem quando passo,
mas me impulsiono ao precipício e pulo
entre os penhascos abismais
que me engolem por inteiro
neste suicídio.
Por que o mundo não me interessa?
Quanto de mim sucumbiu na escuridão?
Quanto ao amor, deixei de quere-lo,
sangrei abatido até a última gota,
pálido semblante emoldurado do meu rosto.
Luis Fernando Poeta
Enviado por Luis Fernando Poeta em 17/09/2019
Código do texto: T6747494
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Luis Fernando Poeta
São José de Ribamar - Maranhão - Brasil, 51 anos
42 textos (266 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/19 01:45)
Luis Fernando Poeta