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O grito do silêncio.

Quando estou sozinho eu grito
Não sei pra qual lado sangrar
Fugaz minha expressão
Encubado sujo meu coração
Todas más almas estão aqui
Rodeadas de sugestivas intenções
Odeio ter que amar isso assim
Não gasto me desgasto ao infinito
Essa lapada forte em carne
Apaga a lúz de qualquer amor
Arranca meu sonho, arranca-me
Completamente meu peito despedaça
Lúz não vá você é a dona do nada
E eu sou menos, menos que um gesto
Menos que uma ferida, menos que a dor
Somente você conseguiu me atrair
Já agora gruda em mim, arrasta-me
Vamos pro altar da desonra
Quero ser desonrado
Sem com nada me importar
Pegue minha alma, pegue tome
Beba tudo que durou
Beba meu sangue
Beba minha vida
Me beba paixão
Me grite paixão
Me estenda unção
Me estenda benção
Me estenda sua mão.
Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 14/12/2009
Reeditado em 16/12/2009
Código do texto: T1978457

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4880 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/01/20 17:00)
Á alma é barata