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Pétala de jacarandá

 
Fim de agosto. Eu pelo chão, morta,
a pétala lilás que exorta
a efemeridade de tudo.
E mesmo assim ainda tão bela
a cor dessa minha aquarela!
Ah! Quanto a ti não, não me iludo.
 
Passa sempre tão indiferente
com sua carne intransigente
pisando-me o belo semblante.
Já fui tanto, enfeitei a rua,
e agora ante a árvore nua,
agonizo o último instante.
 
Ah! Não fosse pelo poeta,
sua rima sempre inquieta
a eternizar minha ventura!...
Não, ninguém mais se lembraria...
Mas eis que a sua poesia
em cada verso me segura.
 
 

 

A imagem foi clicada em 2016 em agosto mês em que um pé de jacarandá da rua onde meus pais moravam floresce. Então eu e minha irmã fomos lá fotografar e entre elas cliquei essa que esse mês, a revendo me veio a inspiração desses versos.
 

Interação do nobre   POETA OLAVO
 
 
Entre prosas e poesias
Aos pés do jacarandá
Quero vê-la todos os dias
Pra seu verso me apaixonar.
 

 
 
Valeu pela interação nobre poeta e amigo
 
 
 




 
 
Sonia de Fátima Machado Silva
Enviado por Sonia de Fátima Machado Silva em 13/02/2021
Reeditado em 21/02/2021
Código do texto: T7183342
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Sonia de Fátima Machado Silva
Coromandel - Minas Gerais - Brasil, 57 anos
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