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Na sombra do Presidente


Meu país sangra com um sorriso doce.
 Velhos partidos, morre o homem consular!
 Em dias frios, no prédio da Federal,
 uma Jaguatirica feroz, Leopardo bravo;
Gralha Azul nos dias de perigo!

Colocam em sua cabeça, nos tempos que visita,
 A tempestade quebrando a Araucária.
 Levaram o mais covarde, pobre Pagliacci.
 Esconderam a Justiça Colombina no teatro.

Enquanto seu braço forte atrai, arados e espadas,
 Os traidores dos trabalhadores, idealistas.
 Esses homens se opuseram ao presidente Pierrô
 Para o glória do Presidente Arlequim.

Sua voz rouca soava como uma sirene;
 Morderam o alto-falante de coração quente.
 Insano, colocar a alma mais baixa
 No pico mais alto;

Um dia explodiu um epílogo imundo,
 a espada inimiga enterra seus tesouros.
 Entrou neste augusto templo onde, para o mundo,
 o amanhecer da esperança estava surgindo.

No altar das leis que são derrubadas e queimadas,
 A Honra gritou para este homem: "Levante-se!
 Levante-se com o relâmpago na mão de Iansã!
 A Justiça mergulhou no esgoto.
Suelen Queiroz
Enviado por Suelen Queiroz em 10/04/2019
Código do texto: T6620012
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Suelen Queiroz
Curitiba - Paraná - Brasil, 30 anos
15 textos (119 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/09/19 02:11)