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Soneto dA sacra-potestade brasilêica

Harmonizam-se líricas melodias
No pandeiro do abarco grácil,
Arranjando-se lavras músicas, abadias,
De bênção voraz d’autuação fácil.

Os saloios da urbe, Oxalá resguarda
Com o brandir do pandeiro, a canção.
Profligando trevas trazidas pela destruição,
Má sensação, qual o Contraproducente guarda.

Muito faz abalar violento as colunatas reinantes,
Assaz inventa testar sofrendo seus estudantes.
Rememorando-os, ó Oxalá, o seu perdão.

Fecundo cândido orixá equilibrado d’absolvição,
Vosso domínio brasilêico, da concórdia jaz só.
Vem sublime, ao seu berço lumiar, empunhando o oparoxó.
Murilo Kühl
Enviado por Murilo Kühl em 08/02/2019
Reeditado em 08/02/2019
Código do texto: T6570461
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Murilo Kühl
Limeira - São Paulo - Brasil, 17 anos
10 textos (117 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/04/19 15:14)
Murilo Kühl