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Solidão de paz


Hoje aprendi a me amar
Sou minha única testemunha
Perante Deus no tribunal
Só eu sei o que sinto e penso

Depois de amargar a solidão
Do cativeiro e escuridão...
Sendo carrasca dos meus medos
Venci constragimentos e receios

Ficar só foi um alento
Descobri a me valorizar
E livre posso tudo contemplar
E com a poesia posso falar

Tantas palavras vem a mente
Essa conquista me completa
Viajante sou dos meus sonhos
Minhas indagações tem resposta

Gratidão tenho pela vida
A oportunidade de crescer
Desabrochar foi meu presente
Nos meus versos criei raízes

Vejo neles as cores do arco íris
Nas escritas minha expressão
Eu confesso minhas desilusões
Tudo é comunhão e harmonia

O sol descortina a paisagem
Admiro tudo com olhar de amor
Adeus às dores e velha roupagem
Arquivei tudo no livro do tempo

Onde estão minhas memórias
Essa será minha única herança
Permanecéra minha lembrança.
Embarcarei feliz às novas histórias

By Claudia Florindo Corrêa
19/06/18
Claudia Florindo Corrêa
Enviado por Claudia Florindo Corrêa em 20/06/2018
Reeditado em 20/06/2018
Código do texto: T6368789
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Claudia Florindo Corrêa
Mangaratiba - Rio de Janeiro - Brasil, 49 anos
264 textos (3825 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/11/19 20:47)
Claudia Florindo Corrêa