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Passageiro

Um a um se esvai,
E o tempo passa.
Aquele que corria nas veias
Não suspira mais teu olhar.
Cálido, um sorriso em surpresa dedicado a velhas prosas
Recai no porão das amarguras.
Não seria a mais bela ironia?
Saberia se soubesse o pouco de mim, como o dos Deuses.
Agora, trepidando em suma, teu espírito vaga entre outros celestes...
E de celestiais memórias tua mansão sobre meu peito se acumula.
É a dura, icônica e a real expressão da tua essência.
Victor Artórios
Enviado por Victor Artórios em 11/09/2019
Reeditado em 19/02/2020
Código do texto: T6742706
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Victor Artórios
Santarém - Pará - Brasil, 26 anos
20 textos (324 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/07/20 20:27)
Victor Artórios