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Zumbis Coldly`s

O gelo transforma
o coração aquecido que molda
e fortalece os frios desumanos
Em detrimento dos humanos.

A cidade entra em desespero,
Num só caos e medo,
Quando o vírus se alastra pela cidade
Fazendo pessoas cometerem atrocidades.

O branco zumbi
Coldly
suga
a capacidade de empática escuta.

A orelha é o lugar do primeiro ataque
quando o Coldly com sua língua a assola
E a substitui por uma rede de fios que cabe
No novo órgão de audição que torna a pessoa morta.

Morta para convívio social
Porque se torna extremamente irracional.
Morta para ter algum sentimento
Pelo frio que congelou seu coração de puro gelo.

Até mesmo porque o coração é o segundo lugar
Que o Coldly ataca sendo incapaz de amar.
O peito é atingido por uma chuva de gelo
Que sai da boca do Coldly em sofrimento.

Os Coldly`s aumentam seu exército
Porque querem mais e mais servos
Que são controlados por um sistema operacional
Para fazerem o que o desamor ordena de essencial.

O terceiro lugar de ataque é o cérebro
Que é incapaz de por alguém ter algum esmero
Já que a mente se torna uma máquina
Em que a um sistema tecnológico passa a ser uma empregada.

Eles atacam cidades inteiras
Procurando fáceis presas
Como numa empresa em que eu trabalho
Com tantas pessoas mudando em nome desse fato.

Justificam grosserias e falta de respeito
De funcionários e autoridades
Com um sistema que preza o dinheiro
E por isso são intimadas a perderem sua sensibilidade.

Essas pessoas se transformam em Coldly`s
Que não sabem mais sorrir nem o outro ouvir
E são alienadas e fascinadas tornando uma religião
O sistema que a individualidade humana faz uma opressão.

´E necessário saber dizer “não”
e possibilitar a emoção ao coração
e a mente que pode ver a realidade criticamente
para escutar os outros empaticamente.

Os Coldly`s atacam com um grande exército a empresa.
Os sobreviventes se trancam na cozinha da mesma.
Não sabem o que fazer para se defender
Já que nem a polícia consegue os enfraquecer.

Até que uma funcionária teve uma boa ideia ao observar
como atacam os funcionários que não conseguiram na cozinha chegar
e que agora se veem presos à manipulação em massa
Dos Coldly's que não querem perder essa batalha!

A funcionária olhou para o fogão e as laranjas:
E pensou: Por quê não deixá-las em chamas?!
O fogo é a arma do nosso exército,
Pois ele aquece o coração com o amor e esmero!

Pegamos todas as laranjas da cozinha!
E cada um tinha uma tocha de laranja sendo a saída!
Nosso contra-ataque foi direto ao coração
Para que eles despertem da escuridão!

Há formas de ao sistema nos adaptar
Sem precisar em Coldly`s nos transformar
Porque o respeito deve ser a nossa defesa
Para que não sejamos a eles fáceis presas.

O fogo ao gelo foi a cura
para ganharmos a luta
e evitarmos o extermínio
com o poder de um empático sorriso...


Belíssima Interação de Jacó Filho:
É como as profecias,
Que lemos nas escrituras.
E como tais, a lisura,
Também há na tua poesia...

OBS.: Tudo isso foi inspirado num sonho louco que eu tive... 
Beatriz Nahas
Enviado por Beatriz Nahas em 17/08/2019
Reeditado em 01/09/2019
Código do texto: T6722705
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Beatriz Nahas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 22 anos
132 textos (15336 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/09/19 13:42)
Beatriz Nahas