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Bocas de beijar

Há muito tempo, ó minha amada,
que não temos boca de beijar –
que só temos bocas de magoar!

Em que caminhos, ó minha amada,
perdemos as nossas bocas de beijar?

Voltemos, pois, ó minha amada,
pelos caminhos de outrora,
pelos caminhos de tantos beijos...
Quando ainda tínhamos
bocas de beijar!

E sendo assim, ó minha amada,
quando as nossas bocas de beijar
forem finalmente encontradas
cuidemos de não mais perde-las!
Poeta Alves de Almeida
Enviado por Poeta Alves de Almeida em 19/10/2019
Código do texto: T6773394
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Poeta Alves de Almeida
Feira de Santana - Bahia - Brasil
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Poeta Alves de Almeida