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Único pecado



Há pessoas que amam por conveniência. 
Se não estiver dentro de seus caprichos, simplesmente descartam.
Como se o outro fosse um objeto  
Não sabem amar
Acho que na verdade
Nunca conheceram o amor
São superficiais 
Se satisfazem com relacionamentos fugazes 
Pouco envolvente
Exaltando apenas o prazer corporal
E esquecendo o coração 
Dizem que amam com uma facilidade 
Que a palavra amor 
cai na vulgaridade.
Triste realidade 
Pulam de galho em galho
Sem se apegar á ninguém 
Ou vivem sempre enrolados 
Em mentiras e ilusões 
Se reafirmam por não 
terem vícios ruins:
Não fumar
Não beber
Não jogar
Só gostam de sexo
Seu único pecado
Esse é seu vício 
Talvez o mais nocivo 
Pois, iludem o outro para 
sua satisfação 
Usam para  seu bel-prazer 
E descartam igual copo descartável depois de saciarem a sede da 
Maledicência
Para eles um detalhe banal 
E assim vão vivendo
Essa mazela moral.
 
 By Claudia Florindo Corrêa 
18/09/17
Claudia Florindo Corrêa
Enviado por Claudia Florindo Corrêa em 10/03/2018
Código do texto: T6276366
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Claudia Florindo Corrêa
Mangaratiba - Rio de Janeiro - Brasil, 48 anos
264 textos (3738 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/09/19 21:26)
Claudia Florindo Corrêa