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Texto

O devir.

Nunca tive fome de poesia, tive fome de amor!
Devoradores dos sentidos
Das ilusões
Dos sonhos
Nos escritos,

A poesia ludibriava-me
Quanto mais escrevia
Fome e sede sentia,

Só não sabia
Que tudo passava
Feito alquimia!

Hoje vivo o devir de mim
Sem nada sentir!

Num parar
Parir,
Deste nada!

Enfim.

De mim.



Gitita
Enviado por Gitita em 17/10/2019
Reeditado em 17/10/2019
Código do texto: T6771965
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Gitita
Adamantina - São Paulo - Brasil
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Gitita