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CONCEITO DE MOTIVAÇÃO EM Chiavenatto (2000, p.592), VERGARA (2000), MAXIMIANO (2004),apud Aline Bigelli

Chiavenatto (2000, p.592) define motivação como “o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço para satisfazer alguma necessidade individual”.

A motivação varia com o tempo e com a situação em que o indivíduo se encontra. Ele pode estar motivado em um determinado momento e em seguida estar desmotivado (VERGARA, 2000). Isso varia de acordo com os sentimentos (motivos internos) ou ser decorrente de causas externas, do ambiente (motivos externos) (MAXIMIANO, 2004). Por exemplo, o indivíduo na organização está motivado na parte da manhã, mas em decorrência de alguma desavença ou qualquer outro tipo de problema, poderá perder o gosto pelo trabalho ficando desmotivado.

Motivação não significa um entusiasmo elevado; significa que todo comportamento tem uma causa, uma situação (MAXIMIANO, 2004). Para Vecchio (2008) o indivíduo motivado só trará benefícios para a organização se sua motivação estiver direcionada para os objetivos da organização em que trabalho.
Fonte da pirâmide: https://www.google.com/search?q=piramide+de+maslow&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=IvGGUrytC8e0kQfrkoHQCA&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1152&bih=731#facrc=_&imgdii=_&imgrc=sNBkEjdRfqKcMM%3A%3BvdheSbLi-Yyp_M%3Bhttp%253A%252F%252Fgestaonossadecadadia.com.br%252Fwp-content%252Fuploads%252F2013%252F01%252FPir%2525C3%2525A2mide-de-Maslow.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fgestaonossadecadadia.com.br%252Fdescubra-as-necessidades-de-seus-liderados-conhecendo-e-mais-facil-motiva-los%252Fartigos%252Fattachment%252Fpiramide-de-maslow%252F%3B1181%3B1181

Síntese elaborada por Aline Bigelli - Assistente de Qualidade - THN Auto Brasil - Endereço: Av. Coreia do Sul, 1200 –Capim Fino.
CEP: 13413-130 - Piracicaba - SP -Brasil.
 (Celular 55 (19) 9171-1002 - e-mail: alineb.thn@hotmail.com

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de CA SANTOS - ‎2013

23/06/2012 - O trabalho teve como embasamento teórico as teorias motivacionais dos dois fatores de Herzberg: os fatores higiênicos e ..... Alfred Adler, um discípulo dissidente de Freud, analisou exaustivamente essa necessidade em sua abordagem teórica, denominada de teoria do poder. Classificada no topo da ...
Uma Abordagem do Ciclo Motivacional
De acordo com Chiavenato (1992) a motivação funciona de maneira cíclica
e repetitiva. O chamado ciclo motivacional é composto de fases que se alternam e se
repetem. O organismo humano tende a um estado de equilíbrio dinâmico. Esse
equilíbrio se rompe quando surge uma necessidade. O equilíbrio cede lugar a um
estado de tensão que dura enquanto a necessidade não for devidamente satisfeita. A
tensão (ou stress) gera ansiedade e sofrimento provocando um consumo mais
elevado de energia física e mental. A satisfação da necessidade devolve ao organismo
o estado de equilíbrio dinâmico anterior.
Figura 01 – O ciclo motivacional
Fonte: Chiavenato (1992)
Chiavenato (1992) ressalta que, todavia, nem sempre o ciclo motivacional
se completa. Quase sempre a pessoa não chega a alcançar a satisfação total ou
parcial de uma necessidade. Assim, o ciclo motivacional pode ser resolvido a partir de
três maneiras diferentes:
a) Satisfação da necessidade:com descarga da tensão e retomo ao estado
anterior de equilíbrio dinâmico.
b) Frustração da necessidade:quando alguma barreira impede a satisfação
da necessidade, que permanece insatisfeita e mantêm o estado de tensão no
organismo. O ciclo motivacionalé bloqueado por alguma barreira, impedindo a
satisfação da necessidade e provocando um estado de frustração.
Equilíbrio Necessidade Tensão Satisfação
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INFORMAÇÃO – Goiânia, GO, BRASIL, 22- 23 DE JUNHO DE 2012. Página 65
c) Compensação da necessidade: quando a necessidade não é satisfeita,
mas compensada através de um meio indireto ou alternativo. O ciclo motivacional é
bloqueado por alguma barreira impeditiva e a pessoa encontra um desvio ou
substituto para aliviar a tensão ou reduzir a insatisfação.
Assim, Chiavenato (1992) diz que é fundamental que os gestores tenham
conhecimento sobre as necessidades humanas na condução das pessoas e equipes
de trabalho, para que possam conduzi-las evitando frustrações e encontrando
recursos para alcançar os objetivos individuais. O gerenciamento de pessoas precisa
levar em conta todos os aspectos relacionados com a motivação humana.
2.2.2 Teoria das Necessidades de Maslow
Sem dúvida, a teoria mais lembrada quando se fala de motivação é a
proposta e apresentada por Abraham Maslow em 1943. Maslow concebe a motivação
como algo constante, infinito e complexo encontrado em todos os seres humanos.
Maslow afirma que:
O homem é um animal que deseja e que raramente alcança um estado de
completa satisfação, exceto durante um curto tempo. À medida que satisfaz
um desejo, sobrevém outro que quer ocupar seu lugar. Quando este é
satisfeito, surge outro ao fundo. É característica do ser humano, em toda a
sua vida, desejar sempre algo (MASLOW apud CHIAVENATO, 1999).
Para Maslow (1954), desejar algo implica a ocorrência da satisfação de
outros desejos, o que nos leva à sua segunda formulação: os desejos possuem uma
ordem de predominância. “Não teríamos o desejo de compor músicas ou criar
sistemas matemáticos ou estar bem vestidos, se estivéssemos morrendo de sede”
(Maslow, 1954). Assim, o autor propõe grupos de desejos e impulsos e cria categorias
fundamentais que classificam de modo abstrato os objetivos humanos.
A classificação dos objetivos humanos, proposta por Maslow (1954), resulta
em cinco necessidades que direcionam o comportamento:
necessidades fisiológicas;
necessidades de segurança;
necessidades sociais e de amor;
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necessidades de auto-estima;
necessidades de auto-realização.
No grupo das necessidades fisiológicas, encontram-se as relativas à fome,
sede e sexo, que compõem o grupo primordial para Maslow (1954): o ser humano a
quem tudo faltasse tenderia a satisfazer, primordialmente, as necessidades
fisiológicas. Ao homem que se encontra dominado por essas necessidades, tudo se
define com base nelas: “A utopia é definida como um lugar onde há suficiente comida”
(Maslow, 1954). Dessa forma, o respeito, a liberdade, o conhecimento e o amor não
são prioritários para quem não tem comida.
Uma vez relativamente atendidas as necessidades fisiológicas, surge o
segundo grupo: as necessidades de segurança. Embora seja possível falar de
comportamento adulto, essas necessidades são mais facilmente compreendidas pela
observação do comportamento infantil, pois o efeito de uma ameaça ou a reação ante
o perigo são muito claros nas crianças, que não reprimem suas atitudes emocionais.
O adulto saudável, que vive numa sociedade relativamente pacifista, não encontra
dificuldade em satisfazer essa necessidade. O exemplo de doença mental em que se
observa à busca de segurança é a neurose obsessivo-compulsiva. O obsessivocompulsivo
tenta freneticamente regrar, ordenar e estabilizar o mundo que o cerca de
modo a minimizar o aparecimento de perigos inesperados e aumentar o sentimento de
controle sobre o que é familiar, ordenado e planejado.
Se os dois grupos anteriores (fisiológico e de segurança) estiverem
satisfeitos, surgirá a necessidade de amigos, namorado, esposa ou filhos, isto é, as
necessidades sociais. A pessoa necessitará estar com amigos e sentir-se estimado
por eles, desejará ser querido e estabelecer relações afetivas e irá entregar-se mais
que tudo à busca desses objetivos. Maslow (1954) argumenta que estão aí os casos
mais frequentes de desajustes emocionais graves, pois o amor e o afeto e suas
possíveis expressões na sexualidade possuem um caráter ambivalente de desejo e
inibição.
A necessidade de auto-estima aparece quando as três outras foram
razoavelmente atendidas. As pessoas saudáveis, segundo o autor, têm o desejo de
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uma avaliação positiva e estável de si mesmas, de auto-respeito e auto-estima, além
da apreciação dos demais. A satisfação dessas necessidades leva a sentimentos de
autoconfiança, valor, força e percepção de ser útil no mundo, enquanto sua frustração
gera sentimentos de inferioridade e impotência, que podem originar reações não só
negativas como também neuróticas. Alfred Adler, um discípulo dissidente de Freud,
analisou exaustivamente essa necessidade em sua abordagem teórica, denominada
de teoria do poder.
Classificada no topo da pirâmide, a necessidade de auto-realização surge
somente quando o indivíduo alcançou a satisfação de todas as outras categorias de
necessidade. Nesse aspecto, Maslow inclui a tendência do homem à expressão de
seu potencial único, presente em cada ser humano: "A necessidade de realização total
é o desejo de chegar a ser, cada vez mais, o que se é" (Maslow, 1954).
Embora a teoria do autor acima citado seja uma das mais conhecidas,
existem poucas pesquisas sobre suas predições do comportamento humano. Dentre
os estudos existentes, os resultados alcançados mostram que trabalhadores de níveis
mais baixos tendem a preocupar-se mais com as necessidades de baixa ordem
(fisiológicas e de segurança), enquanto gerentes e trabalhadores de nível mais alto
voltam-se mais para o atendimento das necessidades de alta ordem (auto-estima e
auto-realização). Ainda que a teoria de Maslow possa explicar esses resultados, eles
não representam um teste para ela.

FONTE: SANTOS, Cileibio Alfredo dos e REZENDE, Sônia Regina Gouvêa. Uma análise da motivação dos policiais militares do serviço operacional do 18º BPM de Catalão em 2012. Anais Eletrônicos da I CIEGESI / I Encontro científico do PNAP/UEG, 22-23 de Junho de 2012 - Goiânia, Goiás.  29 p.
 
Chiavenatto (2000, p.592), VERGARA (2000), MAXIMIANO (2004) e apud Aline Bigelli
Enviado por J B Pereira em 16/11/2013
Reeditado em 16/11/2013
Código do texto: T4573230
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira