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MALABARES

Jogar com o verso limpo
de nenhuma pluma.
No verso limpo repousar o sonho
incompleto da tarde esquecida.
Cândido como depois de amanhã.
Compor o poema honesto,
nu de pretensões – repleto
de ecos & sabido brega.
Alvo como pé descalço
da criança de colo.
Jogar com o verso limpo
de nenhum vício
além da perspicácia
no olhar:
águia cortando a fumaça pétrea
da palavra calejada
de sentido.
Lucas Luiz da Silva
Enviado por Lucas Luiz da Silva em 06/08/2019
Código do texto: T6714078
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lucas Luiz da Silva
Guararema - São Paulo - Brasil, 28 anos
45 textos (3656 leituras)
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Lucas Luiz da Silva