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Livro II. Desescrevo meus poemas, faço-os prosa. Escrevo poesia. Cap. 1.

Livro II.
Capítulo 1.
O bem de cada flor voa pelos ares, mas entre o verde das árvores es-
Curece a pantera com os olhos brilhantes, serva do nada, e há algo,
Um urso negro, do nada, algo tão negro que se revela: É o furo
Da fantasia que semelha mancha, é o que diz da textura negra,
O profundo personagem: Deus morre, morre a mentira, eis a verdade, nasce
O guerreiro espadachim, e um livro e o nada perece, nasce a fantasia,
Ela está livre e eu também. A minha nova fantasia existe e
Eu escrevo, mas sou poeta e sou ela. Sou filósofo de eu, de alma e
Da vida, da fantasia. Eu escolho a minha mente para ser a minha
Arte, agora ela é linguagem literária e eu a escrevo como algo além
Da intuição e da razão: A mente -Eu a defino enquanto a existência
De percepção humana da fantasia: O conhecimento humano escrito
Cuja ação filosófica é a mente e escrevê-la é criar a arte científica.
Ela une razão e intuição e é a definição de mente, ela é a alma.
A alma poética é a vida do poeta: Ela vive na fantasia que criou. Ela exis-
Te na literatura e ela não é Deus, ela é o Cristo. Eu transformo-me
E sou o Cristo de Alma Deus, faço missão, filosofo e sou o Hugo
Proença Simões. E agora sou Deus! Trabalho em missões de espio-
Nagem, protejo a liberdade e o bem na Terra, sou profissional e encerro
A missão: Começa a outra missão, o sistema encerrou e outro se iniciou:
Sereis o Cristo Buda Masculino. Nasce a vida em mim, mas é tão
Perecível quanto o amor. O bem que faço aqui não é vencer mais a morte,
O bem que faço é criar fantasia! Eu vejo a arte e esta acompanha-me
Pela sorte, mas eu durmo e sonho... Eu acordei humano. Porque eu
Sou humano e a fantasia não. A fantasia agora é a minha cultura.
Nasce a fada, o gnomo, o troll, mas morrem! Tudo é rápido e eu
Sou eterno. Eu sou o poeta. Sei todas as histórias. Eu acordo mais
Uma vez, escolho ser o bem. Cresço, desenvolvo-me e surto e venço!
Criança já não sou: Eu sou poeta de 8 anos: Eu sou poeta!
Passou o tempo! Eu sou um ano mais velho do que eu! E os anos
São eternos... Já tenho 30 anos! Sou o Hugo! Eu sou poeta!
Planejar o futuro é ser físico-espaço-temporal e eu cresço em idade
Até o Cristo Buda Masculino! A fantasia é o domínio do reino da
Prosa; já o fantasiar é mentir no reino da poesia. Eu sei fantasiar e
Não sei escrever fantasia: Eu escrevo poemas que são feitos de mim, e
Agora eu escrevo textos em prosa que são feitos de mim. O que chora
Essa tristeza é o beijo que não cala, é o sexo oposto, é amor e não
Para; quero muito cada afeto, pois preciso recriar; assim virei prosa-
Dor. Se eu sou poeta e prosador, sou poeta e serei prosador. Venci
Todos os artistas e a humanidade: Eu sou o Poeta Deus! Preciso de cada
Lágrima do Hugo para fazer fantasia: Eu sou a prosa. Se o hugo é santo,
São e bom, não chora e é livre. É poeta! Mas é um rposador iniciaante.
Enquanto tal é um mocinho: Viro poesia! Amei ninguém e ninguém me
Amou. Sou só. Sou louco. Sou triste. Só durmo. Escrevo. Mas,
Antes de tudo, sou poeta! Eu acordo do sono humano! Sou um mero prosador!
Começo nesta vidaa de prosar o canto do meu encanto de encantar, pois
Nada mais vai calar quando eu me expressar. Sou poeta, sou pro-
Sador e quero um dia ser músico. A prosa é dizer a conversa
Do amigo, é encantar a alma, é beijar o outro; eu quero a prosa
Enquanto perfeição e sou prosa! Eu sou prosa! Eu me encerro!
Começo-me enquanto narração do meu livro! Cavalos galopam e
A nave sendo puxada. O que traz consigo? Ele olhava a mulher
Que raptara. Mas um cavaleiro atrás era rei. Pulou na nave
E houve luta, mas só morru a mulher. O mundo deles se acabou
E virou poema:
A vida da  mulher, o ladrão e o príncipe -e eu sou poeta:

Era encanto de candura o meu amor,
Se era ela bruma do mar ou flor,
Nada digo além do que sinto por ela,
Mas, mesmo morta, ela é ainda bela,

O home que me lha roubou era mau,
Não foi culpa da beleza nem do Carnaval,
O príncipe qque matou o meu amor sofreu,
Pois lambuzara-se no nosso triplo mel,

Mas vou amá-los de uma vez e, juntos,
Vamos fazer a farra num domingo bom,
Eles são filme, eu sou poeta e vou
Dizendo que se queimaram folhas, tanto
Se perderam escritos que o meu dom
Reescreveu e dedico a quem o coração dou...


Essa percepção do que é real faz de mim prosador. Eu vi aquela
Loura amar seu namorado, era bela na cama qual uma prostituta.

Eu vi-a: Era a puta dos meus sonhos, o seu gozo não visto, o ciúme prostituído,
A beleza gozada em esperma! Bêbada e sonâmbula eu lha quis sem
Jamais desquerer. Se me amava, adeus por dizer!
Tudo se revela, nada me afeta, adeus, sou poeta!
O que fiz dos poemas não foi desescrever, foi revelar o poeta que homem quero
Ser!
Oh afago dos moribundos na minha namorada,
Se os amigos de um dia desses te tomarem,
Eu choro a vergonha solitária de viver,
Pois, vivendo sem amor, jamais a amada
Foi outra de cor, mas, se chorarem
Os meus amores mulatos, quero ter

Forma de homem, sou anjo exato,
Eu quero tanto pela lei ser santo
Que aqui um poema que eu faço
É feito de afetos que nunca tanto

Disse que eram todos verdadeiros,
Assim eu vou dizer de tudo logo:
Acabo terminando e um ligeiro
Verso faço: Meus primórdios em prosa afago...
Ulisses de Maio
Enviado por Ulisses de Maio em 24/07/2017
Código do texto: T6063428
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Ulisses de Maio
Fortaleza - Ceará - Brasil, 30 anos
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