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Um dia perguntaram a Jacques Maritain: “A crise da Igreja não te assusta?”. A Igreja caminha a dois mil anos e cai e levanta: é guiada pelo Espírito Santo. Se fosse por homens, já teria fechado as portas...

“Não tenha medo, pequenino rebanho, pois o Pai tem prazer em dar-vos o Reino” (Lc 12,32)

Um dia perguntaram a Jacques Maritain: “A crise da Igreja não te assusta?”.
Elke respondeu: “Que ingenuidade falar de crise na Igreja! Ela nasceu na grande crise da Sexta-Feira Santa, no Calvário, e continuará em crise até o fim do mundo.
A primeira etapa da Igreja foi passada nas catacumbas e na arena dos leões. Depois vieram os bárbaros, os filósofos iluministas, os intransigentes da Revolução Francesa e, por fim, o marxismo.
Como se não bastasse isso, houve a traição, o comodismo e a fraqueza de muitos de seus filhos.
Mas a Igreja não é só isso. É a Igreja dos santos, dos heróis, dos mártires. É a Igreja do povo simples e bom. É a Igreja de Jesus.
O mal ocupa as primeiras páginas dos jornais, enquanto o bem, com esmagadora presença, não precisa de trombetas. A palavra final da história não será do mal, mas do bem. Será o fim da crise.

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“Jesus disse a Pedro: ‘Eu te darei as chaves do Reino do céu: tudo o que tu ligares na terra, será ligado nos céus’” (Mt 26,19).

“Mais 30 anos e a Igreja terá desaparecido”. A profecia foi feita por um sucessor de Constantino, Juliano apóstata. Foi repetida pelo filósofo pagão Celso. “Mais alguns anos e ninguém mais falará de Cristo”, garantiu o escritor francês Voltaire.
O Iluminismo decretou o fim da religião, a Revolução Francesa instituiu a deusa Razão.
 “Quantas divisões tem o Papa”, perguntou irônico o ditador Stalin.
A Igreja sobrevive a todos eles e reza por todos.

Possivelmente esta seja a profecia mais intrigante da história: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e o poder do mal nunca poderá vencê-la”.

Santa e pecadora, a Igreja navega em meio às ondas, mas ela não submerge porque é guiada pelo Espírito Santo.

Embora a Igreja Católica seja a instituição mais criticada nos meio de comunicação, nas pesquisas aparece como a mais confiável.

Para meditar:

“Ser cristão é andar na contramão; um dia o mundo perceberá que esta era a via preferencial” (sabedoria popular).

http://paroquiaimaculadaconceicao.com.br/reflexao-diaria-30-de-julho-de-2014/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ParoquiaImaculadaConceicao+%28Paroquia+Imaculada+Concei%C3%A7%C3%A3o%29

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Jacques Maritain (* 18 de novembro de 1882 em Paris – † 28 de abril de 1973 em Tolosa) foi um filósofo francês de orientação católica (tomista).

As obras deste filósofo influenciaram o conceito de Democracia cristã.

Escreveu mais de sessenta obras e é um considerado por alguns como um dos pilares da renovação do pensamento tomista no século XX; por outros como inspirador ideológico das democracias-cristãs em latino-américa.
Em 1970 pediu admissão na Ordem dos Pequenos Irmãos de Jesus (Petits Frères de Jésus) em Toulouse.

Foi enterrado com sua esposa Raissa em Kolbsheim.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Maritain

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Raissa Maritain (1883 - 1960) russa e judia de nascimento, convertida à Igreja Católica, escritora, poeta, viveu com o marido, o filósofo Jacques Maritain, uma extraordinária união intelectual e religiosa, "cada um segundo sua natureza e segundo a graça de Deus".

Conheceram-se quando estudantes na Sorbonne, casaram-se em 1904 e, dois anos depois, guiados pelo escritor León Bloy, receberam o Batismo.

A descoberta de Sto Tomás de Aquino deu rumo definitivo - não o limite - ao pensamento de Jacques e Raissa Maritain.

Na introdução ao Diário de Raissa escreveu Jacques Maritain:

"Raissa escondia sua vida profunda. A todos que a conheceram apareciam a graça de sua acolhida, sua jovialidade, delicadeza requintada, seu ardor para com as coisas do espírito, a compaixão e a bondade com que ouvia, sua penetração intuitiva, o charme encantador de sua conversação. Bem poucos percebiam o que tinha de sofrer e o retiro em que vivia em seu coração".

Um pouco dessa vida profunda - que transparece nos poemas e se deixou entrever em As Grandes Amizades - revelou-se por fim, na medida em que se pode revelar o segredo de uma alma, com a publicação do Diário, depois de sua morte.

No Brasil, de seus livros, foram traduzidos e publicados:

- As Grandes Amizades, AGIR, 1951;

- Diário de Raissa, AGIR, 1966;

- Liturgia e Comtemplação, Flamboyant, 1962;

- Poemas e Ensaios, Editora CXB, 2000 e

- O Anjo da Escola (Sto Tomás de Aquino contado às crianças), Editora CXB, 2001.

http://www.veritatis.com.br/apologetica/testemunhos/6164-raissa-maritain
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MARITAIN, Raïssa. As grandes amizades. Tradução de Josélia Marques de Oliveira. Rio de Janeiro: Agir, 1970.

http://antoniogarcianeto.wordpress.com/2012/09/21/jacques-maritain-o-filosofo-catolico/

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Jacques Maritain (1882-1973). Filósofo francês, nascido em Paris. Estudou na Sorbonme, ali conhecendo em 1901 a judia de origem russa, de nome Raissa Oumançoff, também filósofos e escritora, com quem casaria em 26 de novembro de 1904. Escutou em 1901 e 1902 lições de Henri Bergson no Collège de France. Concluía estudos na Sorbone em 1905. Licenciado em ciências naturais e agregado de filosofia. Educado no protestantismo liberal, sob influência de Leon Blois passou em 1905 à prática do catolicismo, deixando-se batizar, juntamente com Raissa. Na Alemanha aprofundou estudos de biologia na Universidade de Heidelberg, de 1906 a 1908. Nos anos de 1909 e 1910 aprofundou o estudo do pensamento de Tomás de Aquino, desde quando também passou a ser um divulgador do mesmo juntamente com o pensamento moderno. Examinou os temas do modernismo (vd) teológico e as teses liberantes do movimento da L'Action Française, atento também às reservas feitas pela Igreja Católica. Lecionou longamente no Instituto Católico de Paris, de 1914 a 1939. No Canadá, ministrou, desde 1932, cursos no Instituto de Estudos Medievais de Toronto. Com a Grande Guerra deu novo rumo às suas atividades, estabelecendo-se nos Estados Unidos da América, lecionando na Universidade de Princeton, de 1941 a 1942, depois na Universidade de Colúmbia, Nova Iorque. Terminada a guerra, passou a embaixador da França junto ao Vaticano, 1945-1948. Raissa faleceu em 1960, já de novo na França. No ano seguinte acolheu-se Maritain ao convento dos Pequenos Irmãos de Jesus, em Toulouse, dedicando-se à contemplação mística. Com profissão religiosa em 1971, faleceu dois anos depois, já nonagenário.

O pensamento tomista de Maritain serviu-lhe de parâmetro para a abordagem e julgamento de situações concretas, como a política, a educação, a arte e a religião vigentes. Mas tratou também da base mesma da gnosiologia, decidindo-se pelo realismo imediato e intuição do ser, tal como no aristotelismo e na escolástica originária. Diferenciou a filosofia e a ciência experimental, bem com diferenciou entre si as diversas ciências filosóficas. Advertiu para a diferença entre o tema da lógica e o da gnosiologia.

Diferenciou o tema geral do ser, daquele outro do ser particularizado da filosofia da natureza. Com referência à natureza, por sua vez, a filosofia tomista deve tratá-la com o uso de novos recursos oferecidos pela ciência moderna. O mesmo deverá fazer na psicologia. Tais advertências importavam sobretudo no seu tempo, quando a escolástica moderna mal minha se desenvolvendo.

Fixando-se nos fundamentos da moral e da lei natura. Insistiu na distinção entre indivíduo e pessoa, para destacar a esta. Foi muito claro no seu pensamento democrático, de que o exemplo foi sua atitude contra a revolução de Franco contrariando o resultado das urnas na Espanha. Seu modelo social foi o de um novo humanismo, resultante da reformulação do teocentrismo medieval.
Na questão que dividia bagnesianismo e molinismo, manifestou-se contra este; com isso evidentemente desgostou alguns setores jesuítas.

Obras de Maritain: A filosofia bergsoniana (La philosophie bergsonienne, 1913); Arte e escolástica (Art et scholastique, 1920); Elementos de filosofia (Eléments de philosophie) I - Introdução geral à filosofia (Introduction génerale a la philosophie , 1921) II - A ordem dos conceitos, pequena lógica (L'ordre des concepts, Petite logique, 1923), havendo o curso ficado incompleto, todavia complementado no seu conteúdo por outros títulos; Antimoderne, 1922; Reflexões sobre a inteligência e a vida própria (Réflexions sur l'intelligence et sur sa vie propre, 1924); Da vida de oração (De la vie d'oraison, 1914), com Raissa; Tres reformadores (Trois reformateurs, 1925); Prioridade do espiritual (Primauté du spirituel, 1927);O Doutor Angélico (Le docteur Angélique, 1929); Religião e cultura (Religion et culture, 1930); Distinguir para unir, ou os graus do saber (Distinguer pour unir ou Les degrés du savoir, 1932), apreciado estudo de gnosiologia e epistemologia; Da filosofia cristã (De la philosophie chrétienne, 1933); Sete lições sobre o ser (Sept leçons sur l'être, 1934); Fronteiras da poesia (Frontières de la poésie, 1935); A filosofia da natureza, ensaio crítico sobre suas fronteiras e seu objeto (La philosophie de la nature, essai critique sur ses frontières et son objet, 1935; Humanismo integral (Humanisme intégral, 1936), ensaio de filosofia política e social de repercussão nos meios cristãos; Situação da poesia (Situation de la poésie, 1938), com Raissa; Questões de consciência (Questions de conscience, 1938) Quatro ensaios sobre o espírito na sua condição carnal (Quatre essais sur l'esprit dans sa condition charnelle, 1939; Através do desastre (Atravers du désastre, 1941); O crepúsculo da civilização (Le crépuscule de la civilization, 1941); Confissão de fé (Confession du foi, 1941); Os direitos do homem e a lei natural (Les droits de l'homme et la loi naturelle, 1942), marca um começo de intensificação de estudos políticos; Cristianismo e democracia (Christianisme et démocratie, 1943); Princípios de uma política humanista (Principe d'une politique humaniste, 1944); De Bergson a Tomás de Aquino (Du Bergson à Thomas d'Aquin, 1944); Princípios de uma política humanista (Principes d'une politique humaniste, 1944); Pela ;justiça: artigos e discursos (Pour la justice: articles et discours - 1940,1945- , 1945); A pessoa e o bem comum (La personne et le bien commun, 1947); A educação na encruzilhada de caminhos (L'éducation à la croisée des chemins, 1947); Curto tratado da existência e do existente (Court traité de l'existence et de l'existente, 1947; Razão e razões (Raison et raisons, 1948); A significação do ateísmo contemporâneo (La signification de l'athéisme contemporain,

1949); O homem e o Estado (L'homme et l'Etat, 1951); Nove lições sobre as noções da filosofia primeira (Neuf leçons sur les notions premières de la philosophie morale, 1951); O homem e o Estado (Man and the State, 1952); A intuição criadora em arte e em poesia (L'intuition créatrice en art et en poésie, 1953); Aproximações de Deus (Aproximatiions de Dieu, 1953); Por uma filosofia da história (Pour une philosophie de l'histoire, 1957); Reflexões sobre a América (Reflexions on America, 1958); Por ;uma filosofia da educação (Pour une philosophie de l'éducation, 1959); Liturgia e contemplação (Liturgie et contemplation, 1959); O filósofo na cidade (Le philosophe dans la cité, 1960); A responsabilidade do artista ( The responsability of the artist, 1960); A filosofia moral (La philosophie morale, 1960), um exame crítico dos grandes sistemas; Aproximação do homem a Deus (Man's approach to God, 1961); Sobre a utilidade da filosofia. Três ensaios (On the use of the philosophy . Three essays, 1963); Deus e a permissão (Dieu et la permission du mal, 1963); O camponês de Garona (Le paysan de la Garonne,1966), confissões pessoais, e em que declara extremistas certas medidas do Concílio Vaticano II; Da Igreja de Cristo (De l'Eglise du Christ, 1970); Aproximações sem entraves (Approches sans entraves, 1973), reunião de escritos póstumos.
 
http://www.cfh.ufsc.br/~simpozio/novo/2216y810.htm

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Obras publicadas[editar | editar código-fonte]
A filosofia bergsoniana (La philosophie bergsonienne, 1913).
Arte e escolástica (Art et scholastique, 1920).
Elementos de filosofia (Eléments de philosophie). I – Introdução geral à filosofia (Introduction génerale a la philosophie, 1921). II – A ordem dos conceitos, pequena lógica (L'ordre des concepts, Petite logique, 1923).
Antimoderne, 1922.
Reflexões sobre a inteligência e a vida própria (Réflexions sur l'intelligence et sur sa vie propre, 1924).
Da vida de oração (De la vie d'oraison, 1914).
Três reformadores (Trois reformateurs, 1925).
Prioridade do espiritual (Primauté du spirituel, 1927).
O Doutor Angélico (Le docteur Angélique, 1929).
Religião e cultura (Religion et culture, 1930).
Distinguir para unir, ou os graus do saber (Distinguer pour unir ou Les degrés du savoir, 1932).
Da filosofia cristã (De la philosophie chrétienne, 1933).
Sete lições sobre o ser (Sept leçons sur l'être, 1934).
Fronteiras da poesia (Frontières de la poésie, 1935).
A filosofia da natureza (La philosophie de la nature, essai critique sur ses frontières et son objet, 1935.
Humanismo integral (Humanisme intégral, 1936).
Situação da poesia (Situation de la poésie, 1938), com Raissa.
Questões de consciência (Questions de conscience, 1938).
Quatro ensaios sobre o espírito na sua condição carnal (Quatre essais sur l'esprit dans sa condition charnelle, 1939).
Através do desastre (Atravers du désastre, 1941).
O crepúsculo da civilização (Le crépuscule de la civilization, 1941).
Confissão de fé (Confession du foi, 1941).
Os direitos do homem e a lei natural (Les droits de l'homme et la loi naturelle, 1942).
A filosofia moral – Exame histórico e crítico dos grandes sistemas.
Bibliografia[editar | editar código-fonte]
Jacques Maritain, philosophe dans la cité, Jean-Louis Allard, Ottawa, Éditions de l’Université, 1985.
Jacques et Raïssa Maritain, Les Mendiants du Ciel, Jean-Luc Barré, Paris, Stock, 1996.
Entre Maurras et Maritain, Une génération intellectuelle catholique (1920-1930), Philippe Chenaux, Paris, Cerf, 1999.
Jacques Maritain: The Philosopher In Society, James V. Schall, Rowman and Littlefield, 1998.
Jacques Maritain et ses Contemporains, Henry Bars, Bernard Hubert, Yves Floucat, André Collinni.
Maritain en notre temps, Henry Bars, 1959.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Maritain
J B Pereira e http://paroquiaimaculadaconceicao.com.br/reflexao-diaria-31-de-julho-de-2014/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+ParoquiaImaculadaConceicao+%28Paroquia+Imaculada+Concei%C3%A7%C3%A3o%29 e outros sites
Enviado por J B Pereira em 31/07/2014
Reeditado em 31/07/2014
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira