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Minha alma matuta foi gerada nas entranhas do ventre do sertão


Defendida por: Valdir Telles e João Paraibano

No sertão eu pequeno me sentia
Um rei num paraíso encantado
Minha vida um sonho dourado
Os passarinhos me trazia a alegria
Eu tinha na mente a fantasia
Que o mundo todo era aquele chão
No inverno o ronco forte do trovão
Anunciava a chegada da invernada
Minha alma matuta foi gerada
Nas entranhas do ventre do Sertão

Glosa: Israel Batista
Ysrael Battysta
Enviado por Ysrael Battysta em 16/08/2019
Código do texto: T6721531
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Ysrael Battysta
Recife - Pernambuco - Brasil, 47 anos
41 textos (365 leituras)
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Ysrael Battysta