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Entrevista com: RONALDO RHUSSO

BE: Qual o seu nome e como ele soa aos seus ouvidos?
      R: Ronaldo Oliveira. Não gosto.
BE: Se tivesse oportunidade, você o mudaria? Por quê?
      R: Sim. Meu nome foi escolhido por outra pessoa (meu pai, minha mãe... Não lembro.). Nós deveríamos poder escolher os nossos nomes, pois o nome define o caráter da pessoa. Tem gente que não acredita nisso, mas mesmo a Bíblia endossa essa minha afirmação. D'us, bendito seja o Seu sagrado Nome, chegou a mudar nomes de alguns dos personagens bíblicos a fim de também lhes modificar o caráter. Muita gente confunde isso com mudar o destino, porém é diferente! Mudar o caráter muda a direção da vida da pessoa no sentido de que ela passa a ter outro tipo de mentalidade e etc. O meu prenome tem origem germânica e significa "aquele que governa". A mim mais parece: “Aquele que carrega fardos”!
BE: Pseudônimo, adota ou adotaria?
      R: Adoto vários!
BE: Faça sua breve biografia de 3 linhas no máximo.
      R: Carioca, nascido no centro da cidade, Rua do Resende, amante das letras desde que aos 4 anos de idade, com a ajuda da minha mãe, aprendi a ler. Tenho formação em Matemática e Teológica. Profissão: Missionário!
BE: Hobbies?
      R: Escrevo por profissão de fé no que escrevo e já não é um hobby, de modo que eu diria: nadar, talvez...
BE: Com se deu o seu a sua paixão pela literatura?
      R: Ao ler o livro O Caranguejo Bola de Maria Lúcia Amaral aos cinco anos de idade. Desde então só parei de ler dezenas de livrinhos por ano, inclusive gibis (demais instrutivos! Nem sei se ainda existe esse tipo de literatura), quando decidi ler toda a Bíblia aos oito. A minha mãe passou a me ensinar a religião dos meus pais da forma que ela a entendia e só dei prosseguimento mais tarde. Então passei a ler de tudo um pouco e, quando na Marinha, gostava de comprar livros escritos em idiomas que eu não conhecia a fim de que, traduzindo-os com a ajuda de algum dicionário, servisse de passatempo nas horas de folga enquanto estava a bordo navegando por esse mundo a fora. Mas raramente completava essas ansiadas traduções.
BE: Com qual estilo literário você mais se identifica?
      R: Creio que a poesia me escolheu. Desde a poesia hebraica aos cordéis sempre foi algo inserido em minha vida, porém sem envolvimento com o ato de escrever, o que só acontecia quando surgia uma namoradinha nova a quem eu queria impressionar ou por exigência na escola e nos concursos de poesia, quando eu ainda era garoto.
BE: Por qual outra arte você se sente atraído, interage ou já atuou? Fale
mais sobre este fato.
      R: A música. Participei de bandas de rock sem qualquer expressão e cantei em cima de trios elétricos na Bahia e em barzinhos, mas não gostava do gosto musical do público que perdia o seu tempo me seguindo...
BE: De quais projetos literários você já participou?
      R: Algumas Coletâneas.
BE: Poderia nos adiantar qual será o seu novo projeto literário?
  R: Ainda é cedo.
 BE: Qual a sua fonte de inspiração?
      R: Eu até uso a palavra “inspiração”, mas só a considero de verdade se atribuída a D'us, louvado seja o Seu poderoso Nome! Prefiro dizer que minha “iluminação” para escrever vem de tudo, embora eu sinta que o Senhor me inspire algumas vezes.
BE: Qual a sua relação com a música? Ouvinte, executante, compositor?
      R: Já compus algumas músicas, mas as renego atualmente. Toco alguns instrumentos e costumo cantar com a Congregação; faço um ou outro solo esporadicamente, mas prefiro cantar em quartetos, trios e grupos maiores. A música solo mexe demais com o ego e todos temos um “eu” do tamanho do Universo querendo predomínio, o que considero muito negativo.
 BE: Qual (quais) poeta(s), poetisa(s) e escritor (es) são teus preferidos, os
quais buscas sempre procurar ler cada dia que acessa o Recanto das Letras?
      R: Eu não sou chegado a poetas mortos. Não gosto de ler nem os clássicos com o intuito de não me identificar com seus estilos e me deixar influenciar por eles. Sei que não há mais nada de novo e muitas vezes já tive textos comparados com os de autores conhecidos, os quais eu mesmo nunca li uma página sequer. Tenho memória curta, mas sei que li muita coisa na época que chamávamos de ginásio, mas não lembro quase nada. O escritor que ficou em minha mente por causa de um livro de nome Terra de Confins ou Vila de Confins foi o Mário Palmério, mas no demais eu costumo ler apenas livros e artigos acerca de Escatologia e a própria Bíblia, sem a qual não consigo respirar. Do Recanto, em geral, com exceção da Nilza Azzi, não vou citar nomes porque ficaria difícil para quem por ventura leia essa entrevista, devido à quantidade. E não estou dizendo que gosto de tudo o que leio no Recanto, pois tem gente que eu leio porque gosto da pessoa e isso não quer dizer que gosto de seus textos.
  BE: Deixe uma breve mensagem para os nossos leitores.
       R: Acredite você ou não Jesus está Voltando! Prepare-se! É melhor se preparar e Ele não vir do que não se preparar e... A Eternidade não pode ser jogada fora. Mas se você não acreditar em D’us, exaltado seja o Seu excelso Nome, tente ao menos viver uma vida saudável, sem o uso de cigarros, sem a ingestão de álcool, ou outras drogas ilícitas. Saúde é o nosso bem maior, por isso não coma carne de cadáveres. O legal é nem se aproximar dos necrotérios dos supermercados ou necrotérios avulsos, onde se encontra a fedentina da carne em decomposição desses seres que as pessoas costumam devorar sem piedade de seus próprios corpos, ingerindo doenças, antibióticos e outras coisas que causam envelhecimento precoce e uma série de enfermidades que vão se manifestando aos poucos. Não use açúcar refinado, pois é ainda pior que comer cadáver! O segredo é simples: Assim como quereis que vos façais, façais a outrem da mesma forma. Mateus 12:7.
Abraço fraterno a todos que conseguiram ler até o final e, especialmente, ao Bosco pela iniciativa e a oportunidade que me concedeu.
Acrescente as respostas das duas perguntas que achas que deveria ter feito e
não as fiz.
      R: Só fui entrevistado por profissionais de veículos de comunicação e não sei se eles perguntariam tudo isso, de maneira que acredito ter ficado de bom tamanho.
 

Alelos Esmeraldinus
Enviado por Alelos Esmeraldinus em 29/10/2010
Código do texto: T2584746
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alelos Esmeraldinus
Gama - Distrito Federal - Brasil, 96 anos
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Alelos Esmeraldinus